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Gleisi e Janja manifestam apoio à presidenta Claudia Sheinbaum

Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais do Brasil, não ficou em silêncio diante de uma situação alarmante que aconteceu com Claudia Sheinbaum, presidenta do México. Em um gesto de solidariedade e resistência, Gleisi usou suas redes sociais pa

05/11/2025

05/11/2025

Gleisi Hoffmann, ministra de Relações Institucionais do Brasil, não ficou em silêncio diante de uma situação alarmante que aconteceu com Claudia Sheinbaum, presidenta do México. Em um gesto de solidariedade e resistência, Gleisi usou suas redes sociais para manifestar apoio após Sheinbaum ter sido vítima de assédio sexual durante um evento público. Mesmo em posições de poder, as mulheres ainda sofrem ataques como esses, e a mensagem de Gleisi deixou claro que a luta contra o machismo é contínua e necessária.

Em suas palavras, a ministra declarou que "é triste ver o assédio sofrido pela presidenta do México" e destacou que ninguém está imune a tais agressões. O sentimento de revolta e a união entre as mulheres é evidente nas palavras de Gleisi: "Seguimos juntas enfrentando o machismo e a misoginia até que todas as mulheres sejam respeitadas". Ela não foi a única a se posicionar; a primeira-dama brasileira, Janja da Silva, também expressou sua solidariedade e destacou a frequência avassaladora com que o assédio está presente na vida das mulheres.

Por que o assédio à presidenta do México chamou tanto a atenção?

O caso de assédio envolvendo Claudia Sheinbaum evidenciou uma realidade enfrentada por muitas mulheres em todo o mundo: mesmo em cargos de autoridade, elas não estão a salvo de ações misóginas. Enquanto participava de um evento, Sheinbaum foi abordada por um homem que a tocou indevidamente. Esse incidente, capturado em vídeo, ganhou repercussão mundial. Sheinbaum, indignada com o ocorrido, anunciou que tomaria medidas legais contra o agressor.

Qual foi a reação internacional ao caso?

A repercussão do acontecimento foi vasta, com figuras influentes, como Gleisi Hoffmann e Janja da Silva, manifestando seu apoio nas redes. Janja destacou que "não há espaço onde as mulheres não estejam vulneráveis ao assédio", um lembrete severo da realidade enfrentada por muitas diariamente, seja na rua, no trabalho ou até mesmo em suas casas. Essa manifestação conjunta reflete a urgência na mobilização e conscientização para o combate ao assédio sexual.

Como podemos combater essa realidade?

A primeira-dama Janja enfatizou a necessidade de ações contundentes contra o assédio. Segundo ela, o combate não reside só em punições severas, mas também na afirmação do direito das mulheres de viverem livres de medo e violência. Essa abordagem passa pela educação, pela criação de ambientes seguros e pelo empoderamento feminino. Cada voz, seja ela de uma líder ou de uma cidadã comum, tem peso nesta mudança vital.

Qual o papel de líderes e influenciadores nessa luta?

Líderes como Claudia Sheinbaum, apesar de vítimas, inspiram movimentos significativos contra o assédio. Quando figuras públicas destacam a importância de combater essas situações, elas não apenas legitimam o sofrimento vivido por milhões, mas também encorajam ações que visam a mudança cultural. Falar sobre o assunto, gerar discussões e propor soluções são passos cruciais para a erradicação do assédio. As vozes de apoio, como as de Gleisi e Janja, amplificam a necessidade de um mundo mais seguro e igualitário para todas as mulheres.

Imagem de Claudia Sheinbaum



Com informações da Agência Brasil

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