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BRASIL

Instituto Marielle Franco cobra julgamento dos mandantes do crime

Nos últimos anos, a busca por justiça no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, tem sido um tema central para diversas organizações de direitos humanos. O Instituto Marielle Franco, criado pela família da vere

24/10/2025

24/10/2025

Nos últimos anos, a busca por justiça no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, tem sido um tema central para diversas organizações de direitos humanos. O Instituto Marielle Franco, criado pela família da vereadora, destacou recentemente a importância da responsabilização dos mandantes do crime. Apesar de as primeiras condenações já terem ocorrido no Rio de Janeiro, ainda há um longo caminho a percorrer para que a justiça seja completa.

A execução de Marielle Franco e Anderson Gomes trouxe à tona questões profundas sobre impunidade e crimes políticos. As famílias das vítimas, junto ao Instituto Marielle Franco e o Comitê Justiça por Marielle e Anderson, continuam clamando por justiça, lembrando que "sem a devida responsabilização dos mandantes, não podemos falar em justiça plena".

Quem está por trás do assassinato da Marielle Franco?

As investigações apontam para os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão como possíveis mandantes do crime. O ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, também é mencionado como alguém que não só planejou o ato, mas também dificultou as investigações. Atualmente, o caso está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), com o ministro Alexandre de Moraes presidindo o tribunal.

Por que ainda não houve julgamento dos mandantes?

O processo contra os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa está em fase de instrução no STF, mesmo após o término das audiências. Este atraso tem gerado frustrações e alimentado a determinação dos que exigem justiça. Enquanto os executores, como os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, já foram sentenciados, o caso contra os mandantes ainda não tem data para julgamento.

Qual foi o impacto das condenações dos executores?

A condenação de Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz por duplo homicídio triplamente qualificado foi um marco. Lessa recebeu 78 anos de prisão, enquanto Queiroz foi condenado a 59 anos. Essa decisão é vista como um passo à frente para a justiça, mas também destaca a necessidade da responsabilização total de todos os envolvidos.

Imagem de Marielle Franco

Além disso, figuras públicas como Greta Thunberg já mostraram solidariedade ao caso de Marielle, o que destaca a relevância internacional desse processo e reforça a pressão para que a justiça seja completada.

A comunidade internacional e defensores dos direitos humanos aguardam o desfecho desse caso emblemático, que simboliza a luta contra a impunidade nos crimes políticos no Brasil.



Com informações da Agência Brasil

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