Imagina viver em um lugar onde você não tem algo tão básico quanto a energia elétrica? Pois é, essa é a realidade das 4,3 mil famílias da Aldeia Vista Alegre de Capixauã, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, em Santarém, no oeste do Pará. O presidente Lula visitou essa comunidade no domingo, e a surpresa dele ao saber da falta de luz foi imediata. Durante a visita, ele prometeu uma solução, ressaltando que hoje em dia é bem mais simples fornecer energia, especialmente com a utilização de placas solares, garantindo ainda a preservação do meio ambiente.
Mas o que mais aconteceu nessa visita? Além do compromisso com a energia, Lula anunciou outro projeto audacioso: a criação da Universidade Indígena, que terá sede em Brasília e oferecerá cursos em todos os estados. Essa iniciativa está ligada aos esforços maiores do governo para as causas indígenas e surge num momento em que já estão demarcadas 16 novas terras indígenas desde o início de 2023, superando o compromisso inicial do governo.
Quais são as promessas de Lula para a comunidade indígena?
Durante a visita, Lula enfatizou a importância da eletrificação das comunidades como um meio crucial para melhorar a qualidade de vida dos residentes. Com a promessa de resolver rapidamente a questão da energia utilizando tecnologias sustentáveis, ele reforçou o compromisso do governo com o desenvolvimento dessas áreas sem comprometer o meio ambiente.
Como a educação indígena será impactada?
A criação da Universidade Indígena é um passo significativo na inclusão e valorização das culturas indígenas. Com cursos espalhados por todo o Brasil, esta universidade promete ser um centro de excelência e oportunidade para estudantes indígenas, rompendo barreiras educacionais históricas e promovendo um espaço de aprendizado que respeita e integra saberes tradicionais.
O que esperar da COP30 em Belém?
A visita de Lula não foi apenas para ouvir pedidos locais, mas também faz parte dos preparativos para a COP30, a conferência da ONU sobre clima que acontecerá de 10 a 21 de novembro em Belém. Eventos como este são cruciais para posicionar as necessidades e direitos dos povos indígenas no palco global, especialmente em discussões sobre mudanças climáticas e preservação ambiental.
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Fonte: Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil