Quem é que está chamando a atenção na cúpula do clima que está rolando em Belém? Nada mais, nada menos que o lendário Curupira, o famoso guardião das florestas brasileiras! Ele se tornou o mascote oficial da COP30 e já foi visto circulando pelos corredores do evento. Hoje, dia 7, marca o segundo e último dia dessa grande reunião.
Com seus inconfundíveis cabelos vermelhos, os pés virados para trás e um sorriso travesso, o Curupira não só fez sua aparição, como já esteve ao lado do presidente Lula. Esse encontro com lideranças mundiais marcou um ponto alto na agenda do dia.
Quem está animado com a presença do Curupira?
O voluntário Rodrigo Prazeres, que participa ativamente desse evento, está na expectativa para talvez encontrar o protetor das florestas.
"Curupira tá por aqui? Não acredito. Vou querer tirar uma foto com ele também!"
Rodrigo, um orgulhoso paraense, compartilhou o quão importante o Curupira é para a representação do Brasil.
"Ele representa como a nossa região é exótica. Com seu cabelo vermelho e os pés para trás, ele personifica o mito da nossa região. Ele mostra o quão única é a nossa cultura paraense."
Por que o Curupira foi escolhido como mascote da COP30?
A escolha do Curupira não foi por acaso. Ele simboliza a proteção da floresta e dos seus habitantes, além de ser um ícone da sabedoria popular amazônica que atravessa gerações. A ideia é levar para o mundo não apenas políticas ambientais, mas o próprio espírito da floresta brasileira.
Qual a importância do timing dessa presença folclórica?
O surgimento do Curupira acontece em um momento crucial, no segundo e último dia da reunião de cúpula do clima, que é uma prévia oficial da COP30, prevista para começar na próxima segunda-feira. A mensagem que ele traz é poderosa: a Amazônia vive, fala e respira, e sua proteção é essencial todos os dias.

Com informações da Agência Brasil