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BRASIL

Técnicos concluem que ao menos três tornados atingiram o Paraná

Três tornados poderosos, com ventos impressionantes chegando a 330 km/h, causaram estragos significativos no estado do Paraná durante as devastadoras tempestades que marcaram a última sexta-feira. Esta não é uma mera tempestade, mas um fenômeno natural de

10/11/2025

10/11/2025

Três tornados poderosos, com ventos impressionantes chegando a 330 km/h, causaram estragos significativos no estado do Paraná durante as devastadoras tempestades que marcaram a última sexta-feira. Esta não é uma mera tempestade, mas um fenômeno natural de grande impacto que chamou a atenção de autoridades e especialistas.

Na última segunda-feira (10), o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), confirmou a formação destes tornados, revelando a verdadeira escala do ocorrido. Rio Bonito do Iguaçu foi surpreendida com 90% da cidade atingida, enquanto Turvo e Guarapuava também registraram danos consideráveis.

O que revelam as análises dos meteorologistas?

Os tornados foram classificados pelos meteorologistas do Simepar, especificamente Lizandro Jacobsen, como pertencentes às categorias F2 e F3. Este nível de intensidade é determinado após rigorosas análises que incluem vídeos, sobrevoos, vistorias em solo e estudos detalhados nas imagens dos radares.

Ainda segundo o especialista, o mapeamento completo dos efeitos e as análises adicionais continuam em andamento, de modo a garantir uma compreensão exata da extensão dos danos e possíveis novas ocorrências.

Por que o Paraná está vendo tornados tão intensos?

Mas por que, afinal, o Paraná se tornou palco de tempestades tão severas? Conforme informações dadas pelo Simepar, a combinação de fatores como o grande aporte de calor e umidade intensificou o cenário. Este cenário é agravado pela intensificação e as alterações na direção dos ventos com a altitude, criando um ambiente propício para tempestades e tornados.

A natureza, em sua força descomunal, muitas vezes nos lembra de sua imprevisibilidade. Então, fica a questão: como estamos nos preparando para enfrentar eventos climáticos dessa magnitude no futuro? Buscar respostas para estas perguntas não somente ajuda na prevenção, mas também no desenvolvimento de tecnologias e estratégias de mitigação mais eficazes.



Com informações da Agência Brasil

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