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BRASIL

PL Antifacção: mudança pode reduzir fiscalização de crimes ambientais

As recentes alterações no texto do Projeto de Lei Antifacção estão gerando preocupação quanto à fiscalização de crimes ambientais na Amazônia. Essas mudanças podem afetar diretamente ações contra o garimpo e a extração ilegal de madeira. Humberto Freire,

11/11/2025

11/11/2025

As recentes alterações no texto do Projeto de Lei Antifacção estão gerando preocupação quanto à fiscalização de crimes ambientais na Amazônia. Essas mudanças podem afetar diretamente ações contra o garimpo e a extração ilegal de madeira. Humberto Freire, diretor da Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal, expressou preocupações sobre esse futuro nebuloso na terça-feira, dia 11.

"A proposta sugere que a Polícia Federal só poderá atuar contra o garimpo ilegal se houver solicitação expressa dos estados da Amazônia Legal. Isso enfraquece a integração necessária para combater esses crimes," afirmou Freire em um encontro informal durante a COP30, em Belém.

Freire destacou que, caso o projeto seja aprovado, a capacidade de ação da PF contra crimes ambientais será prejudicada. As práticas de garimpo ilegal estão envenenando não apenas as florestas e rios, mas também colocando em risco a saúde de comunidades ribeirinhas e indígenas.

Quais são os perigos escondidos nas mudanças do PL Antifacção?

A Polícia Federal se manifestou, através de nota, sobre as intenções do projeto original do governo federal, que visava fortalecer o combate ao crime organizado. Entretanto, críticas apontam que as alterações introduzidas pelo deputado Guilherme Derrite ameaçam esse objetivo.

  • O projeto redefine a atuação da Polícia Federal, exigindo cooperação com as polícias estaduais.
  • Novo relatório condiciona ações à autorização do governador local, potencialmente limitando atuações ágeis.
  • Essas mudanças podem ser vistas como um retrocesso na luta contra as organizações criminosas.

A base aliada do governo levantou preocupações sobre o potencial comprometimento do interesse público, dado que as modificações propostas podem enfraquecer o combate efetivo à criminalidade ambiental na Amazônia.

Para saber mais sobre as alterações do relatório de PL Antifacção e o papel redefinido da PF, confira aqui.



Com informações da Agência Brasil

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