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BRASIL

Nos desastres, crianças precisam de atenção diferenciada, diz Unicef

O lançamento do Protocolo Nacional para Proteção Integral a Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres é mais do que uma simples atualização normativa; é um passo crucial para reforçar a segurança dos mais jovens em tempos de crise climátic

12/11/2025

12/11/2025

O lançamento do Protocolo Nacional para Proteção Integral a Crianças e Adolescentes em Situação de Riscos e Desastres é mais do que uma simples atualização normativa; é um passo crucial para reforçar a segurança dos mais jovens em tempos de crise climática. Em uma entrevista reveladora concedida à Rádio Nacional, Danilo Moura, especialista em Clima e Meio Ambiente do Unicef, fornece detalhes essenciais sobre estas novas diretrizes. Todo esse contexto foi apresentado ao público em Belém, ressaltando a colaboração junto com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.

Por que um protocolo específico voltado para crianças e adolescentes em meio a desastres? A resposta reside na vulnerabilidade intrínseca deste grupo etário, que ainda está no processo de formação emocional e social. Ao enfrentar um desastre, as atenções devem se redobrar. O protocolo oferece um guia claro sobre como priorizar o bem-estar, educacional e emocional dessas crianças.

Qual é o objetivo do novo protocolo em tempos de crise climática?

Este protocolo traz uma série de orientações concretas para lidar com situações de risco já identificadas ou desastres que se materializam rapidamente. Desde os cuidados imediatos que a Defesa Civil deve garantir nas primeiras horas, até a continuidade escolar e de serviços de saúde, tudo é minuciosamente detalhado. Moura destaca que crianças e adolescentes necessitam de atenção especial e, por isso, o protocolo foca em garantir a proteção contra a violência e em assegurar a continuidade de suas rotinas em meio ao caos.

Por que um foco especial em crianças e adolescentes?

Em episódios de crises como desastres naturais, todos sofrem. Ainda assim, as crianças requerem cuidados distintos. Elas estão em plena fase de socialização, e a interrupção abrupta de suas vidas afeta profundamente seu desenvolvimento. Moura menciona situações em que as escolas, ao se tornarem abrigos, levam à perda de seu papel como centros de socialização. O Unicef revelou que, tragédias recentes deixaram mais de um milhão de crianças afastadas das aulas por longos períodos. Este dado ressalta a necessidade imperativa de olhar especificamente para as necessidades dos jovens.

Para conhecer mais sobre como o protocolo foi atualizado e quais novos aprendizados foram incorporados com base em tragédias passadas, você pode ouvir a entrevista completa realizada por Daniel Ito com Danilo Moura.



Com informações da Agência Brasil

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