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BRASIL

Jovens periféricos, indígenas e quilombolas participam da COP30

O futuro do planeta está nas mãos da juventude e o Unicef sabe disso. Um grupo de 18 jovens e adolescentes de diferentes cantos do Brasil está prestes a se juntar a uma das discussões mais relevantes em um mundo que clama por mudanças: a COP30 em Belém. V

13/11/2025

13/11/2025

O futuro do planeta está nas mãos da juventude e o Unicef sabe disso. Um grupo de 18 jovens e adolescentes de diferentes cantos do Brasil está prestes a se juntar a uma das discussões mais relevantes em um mundo que clama por mudanças: a COP30 em Belém. Vindos de estados como Amazonas, Bahia, Pará, Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro, esses jovens são vozes poderosas de suas comunidades e chegam com uma missão: serem ouvidos.

Representantes de periferias, comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, eles trazem na bagagem o ativismo ambiental que já transformou seus arredores. Para Maria Isabel Liberato, apenas 17 anos, e integrante do Conselho Jovem do Unicef Brasil, a conferência representa não apenas uma oportunidade, mas o ápice de uma jornada de engajamento e luta por suas comunidades.

O que a participação desses jovens significa para a COP30?

Essa presença na COP30 não é apenas uma aparição simbólica. Para o Unicef, é uma chance de ouro para mostrar aos líderes mundiais a importância de incluir jovens em políticas climáticas. Como Maria Isabel enfatiza, é sobre "construir em conjunto" e garantir que as vozes daqueles que tanto serão impactados pelas mudanças estejam também dentro das discussões.

Como o Unicef está apoiando a causa climática na conferência?

Durante o evento, o Unicef tem como um de seus principais objetivos reforçar o pedido para que países integrem visões jovens em suas agendas climáticas. Isso significa fazer com que investimentos e políticas precisa considerar os impactos já sentidos por crianças e adolescentes devido à crise ambiental.

Por que a inclusão de comunidades tradicionais é importante na luta contra as mudanças climáticas?

O apelo é claro: ouvir infâncias e adolescências, especialmente de comunidades tradicionais e originárias. Na perspectiva desses jovens, como Maria Isabel explica, "somos parte do futuro que eles tanto falam, mas também somos o presente." Esta inserção é essencial, pois garante que experiências vividas em comunidades tradicionais contribuam para soluções mais abrangentes e eficazes.



Com informações da Agência Brasil

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