Você sabia que durante a COP 30, o Ministério do Turismo lançou uma publicação inovadora que destaca o turismo em comunidades indígenas no Brasil? Sim, é isso mesmo! Essa nova iniciativa busca mapear e valorizar as experiências de turismo oferecidas por diversas comunidades indígenas em diferentes biomas do país.
No coração do evento conhecido como "Mapeamento do Turismo em Comunidades Indígenas no Brasil", a iniciativa foi realizada em parceria com o Ministério dos Povos Indígenas e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A ação vai muito além de um mapeamento simples; ela reconhece a importância das comunidades indígenas no desenvolvimento de um turismo que respeita, valoriza e compartilha suas ricas culturas.
O que torna essa iniciativa tão especial?
Carolina Fávero, coordenadora-geral de Turismo Sustentável e Responsável do Ministério do Turismo, destaca que o projeto é bem mais que um simples diagnóstico. Ele coloca os povos indígenas em papel de destaque na construção de um turismo sustentável que respeita suas tradições e fortalece seus saberes.
Quem participou do lançamento?
O lançamento desse importante documento contou também com a presença de representantes de várias instituições envolvidas com a questão indígena, incluindo o Ministério dos Povos Indígenas e a Funai.
Qual a importância da "Aldeia COP"?
Durante a COP30, o governo brasileiro deu mais um passo significativo ao organizar a Aldeia COP, nas dependências da Universidade Federal do Pará. Este espaço acolherá em torno de 3 mil indígenas, proporcionando um ponto de integração e troca de experiências dentro do contexto do evento.
Como o turismo sustentável e a pauta climática estão interligados?
A proposta é clara: reforçar a conexão entre o turismo sustentável e as questões climáticas. O objetivo é destacar o papel crucial dos povos indígenas como guardiões dos territórios e protagonistas no enfrentamento das mudanças climáticas, integrando a preservação cultural com soluções ambientais.
Com informações da Agência Brasil