Uma explosão devastou a zona leste de São Paulo na noite da última quinta-feira (13), quando um imóvel que armazenava fogos de artifício clandestinamente explodiu. O trágico evento deixou uma vítima fatal e feriu outras nove pessoas, desencadeando uma operação emergencial dos bombeiros.
O calvário começou por volta das 19h43, na emblemática esquina da Avenida Celso Garcia com a Salim Farah Maluf, no bairro do Tatuapé. O armazém, claramente clandestino, ficou completamente destruído em meio ao caos que se seguiu.
O que causou a destruição de três quarteirões?
Após a explosão inicial, uma série de detonações menores reverberou pela área. Essas explosões secundárias ampliaram o impacto, jogando destroços por aproximadamente três quarteirões na redondeza. Imóveis, comércios e carros sofreram danos, levando à interdição de 21 propriedades. Num esforço para controlar a situação, o Corpo de Bombeiros mobilizou-se com oito viaturas.
Como as autoridades reagiram ao desastre?
As primeiras respostas vieram dos vigias noturnos e moradores, que rapidamente acionaram o Corpo de Bombeiros. Apesar do trabalho árduo e eficiente, a cena que se apresentava era de completa devastação.
Quais são as implicações legais e sociais?
A tragédia levanta uma série de preocupações, tanto legais quanto sociais, sobre o armazenamento e comercialização de materiais perigosos sem a devida regulamentação. Este incidente serve como um alerta para as autoridades revisarem suas práticas de fiscalização e prevenção de desastres.
Com informações da Agência Brasil