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BRASIL

Cinco PMs são presos por crimes em megaoperação no Rio

No Rio de Janeiro, uma operação policial trouxe à luz uma situação alarmante: cinco policiais militares foram presos e outros cinco são alvos de mandados de busca e apreensão. Tudo isso aconteceu durante a Operação Contenção, realizada nos complexos da Pe

28/11/2025

28/11/2025

No Rio de Janeiro, uma operação policial trouxe à luz uma situação alarmante: cinco policiais militares foram presos e outros cinco são alvos de mandados de busca e apreensão. Tudo isso aconteceu durante a Operação Contenção, realizada nos complexos da Penha e do Alemão. O saldo dessa ação deixou um rastro de 122 mortes e gerou uma investigação extensa.

A Corregedoria-Geral da Polícia Militar lidera as investigações, que começaram após a análise minuciosa das imagens das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas pelos PMs. Os indícios apontam para crimes militares graves durante o serviço.

O que aconteceu com os policiais presos?

Na Operação Contenção, as ações dos policiais foram monitoradas de perto. Foi através das imagens de câmeras corporais que surgiram as pistas sobre desvios de conduta, incluindo o roubo de fuzis, possivelmente destinados à venda para criminosos. A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio também está de olho nesse caso, buscando por transparência e justiça.

Quais são as implicações das denúncias de violações?

A Ouvidoria Geral da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro divulgou um relatório preocupante, afirmando que houve violações de direitos humanos. Moradores e familiares relataram mortes de inocentes e assédios cometidos por policiais. A operação foi considerada a mais letal nos últimos tempos, um reflexo de um cenário complexo e crítico.

Por que Doca, o principal alvo, não foi capturado?

A Segurança Pública do Rio de Janeiro indicou que o principal objetivo da ação era conter as ações de grupos criminosos, especificamente o Comando Vermelho. No entanto, Edgar Alves de Andrade, conhecido como Doca, não foi capturado, levantando questões sobre a eficácia e os métodos empregados na operação.

Este caso destaca mais uma vez a complexidade da segurança pública no Rio de Janeiro e a dificuldade em equilibrar ações eficazes com o respeito aos direitos humanos. A situação chama atenção para a necessidade de transparência, investigação e, principalmente, justiça.



Com informações da Agência Brasil

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