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BRASIL

Duas funcionárias do Cefet no RJ são mortas a tiros por colega

Um choque tomou conta do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca recentemente, quando um trágico incidente abriu feridas profundas na instituição. Duas funcionárias foram brutalmente assassinadas a tiros por um colega de tra

28/11/2025

28/11/2025

Um choque tomou conta do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca recentemente, quando um trágico incidente abriu feridas profundas na instituição. Duas funcionárias foram brutalmente assassinadas a tiros por um colega de trabalho dentro da instituição de ensino, gerando um momento de luto e reflexão para toda a comunidade acadêmica.

Allane de Souza Pedrotti Matos, uma professora com uma sólida formação internacional, perdeu a vida ao chegar no Hospital Municipal Souza Aguiar, no coração do Rio de Janeiro. Layse Costa Pinheiro, dedicada psicóloga, chegou em estado crítico à mesma unidade de saúde, mas infelizmente não resistiu, confirmou a Secretaria Municipal de Saúde. Essa tragédia abateu todos ao seu redor e levantou questões urgentes sobre a segurança em ambientes educacionais.

O que levou a essa tragédia no Cefet?

Os disparos fatais foram efetuados por João Antônio Miranda Tello Ramos, que, em seguida, tirou a própria vida com um tiro na cabeça, segundo a Polícia Militar. O evento macabro chocou profundamente todos os envolvidos, especialmente porque ocorreu em um espaço que deveria ser reservado para o aprendizado e a construção de um futuro pacífico.

O Corpo de Bombeiros chegou rapidamente ao local às 15h50, socorrendo as vítimas como pôde. No entanto, o desfecho trágico já estava escrito, e com ele, o panorama de tristeza que se seguiu afetou alunos, funcionários e todos que conhecem o Cefet.

Como o Cefet está lidando com o luto?

Em resposta à tragédia, o Cefet decretou luto oficial de cinco dias, uma tentativa de oferecer um espaço para que a comunidade possa homenagear as vítimas e processar a dor coletiva. "A direção-geral do Cefet/RJ lamenta profundamente essa tragédia que chocou a comunidade acadêmica e decreta luto oficial por cinco dias na instituição a partir da próxima segunda-feira (1º)", declarou a direção.

Qual foi a resposta de outras instituições educacionais?

Solidariedade e pesar ressoam através das notas emitidas por várias instituições acadêmicas. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) expressou sua profunda tristeza pelas perdas, destacando que "a violência, sobretudo em um ambiente dedicado à educação, fere não apenas as vítimas e seus familiares, mas também toda a comunidade acadêmica". Essas declarações ressaltam a importância de as instituições de ensino serem vistas como locais de paz e compreensão.

Com isso, o IFRJ concluiu sua nota com um chamado à solidariedade: "O IFRJ expressa sua irrestrita solidariedade aos servidores(as), estudantes, colegas e familiares da comunidade do Cefet-RJ. Que encontrem, neste momento tão doloroso, conforto, acolhimento e a certeza de que não estão sozinhos(as)".

Como seguir em frente após o ocorrido?

A dor de uma perda tão brutal leva tempo para cicatrizar, mas a força daqueles que permanecem é essencial para reerguer a comunidade. O caso é rotulado como de alta complexidade e está sob a investigação da Delegacia de Homicídios da Capital. O que todos esperam, é que possa trazer respostas e, potencialmente, evitar que tragédias similares se repitam.

É um momento para união, esperança e uma reavaliação das medidas de segurança existentes, para que o ambiente acadêmico possa ser um refúgio confiável e propício ao crescimento intelectual e pessoal. Por hora, cabe a cada membro da comunidade do Cefet e das instituições de educação como um todo, se apoiar mutuamente e honrar a memória das vítimas.



Com informações da Agência Brasil

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