A Toyota está de volta à produção no Brasil! Após uma pausa de mais de 40 dias, as fábricas em Indaiatuba e Sorocaba, localizadas no interior de São Paulo, retomaram suas atividades. Esta paralisação ocorreu devido a uma tempestade intensa que, em 22 de setembro, forcejou a interrupção das operações, especialmente afetando a planta de Porto Feliz, onde motores são produzidos. Mas como a Toyota está retomando suas operações e quais os impactos dessa paralisação?
Com motores e peças agora importados de outras unidades globais, a Toyota recomeçou suas atividades nesta segunda-feira (3), focando inicialmente nas versões híbridas do Corolla e Corolla Cross. É uma retomada gradual, marcada por estratégias de resiliência e superação.
Por que foi necessária a paralisação?
A forte tempestade que atingiu Porto Feliz teve um impacto avassalador. A Defesa Civil de São Paulo detalhou as consequências desse evento climático severo, que incluiu 33 ocorrências de danos e tragédias pessoais. Foram 24 feridos, além de oito pessoas desabrigadas e 33 desalojadas. Devido a este contexto crítico, a produção foi interrompida.
Como a Toyota está superando os desafios?
A retomada da produção acontece de forma gradual, com um foco inicial nos modelos híbridos, mostrando uma adaptação à nova realidade do mercado. Embora a produção de veículos com motores convencionais só seja retomada em janeiro de 2026, a Toyota está utilizando essa pausa para fortalecer suas operações e ajustar suas estratégias.
Quais foram os impactos da tempestade em São Paulo?
Além dos danos na fábrica da Toyota em Porto Feliz, que incluiu destelhamentos e feridos, a tempestade causou impactos em várias localidades. As cidades de Rancharia, Ourinhos, Santa Fé do Sul, Presidente Prudente e Presidente Venceslau vivenciaram vendavais e quedas de árvores. Em Dracena, uma árvore tombou sobre um veículo causando feridos. Em Osasco, desabamentos deixaram famílias desabrigadas, evidenciando a magnitude do evento climático.
Se o tema te interessa, confira a continuação da cobertura dos impactos econômicos e como nossa indústria está se adaptando a esses desafios.
Com informações da Agência Brasil