Neste início de ano, muitos brasileiros aguardam ansiosamente pela parcela de janeiro do Bolsa Família. E a espera acabou para os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 6, que começam a receber hoje, segunda-feira (26). Com um reajuste significativo, o valor mínimo do benefício subiu para R$ 697,77 graças a novos adicionais implementados pelo governo federal. O programa, que é um dos pilares de transferência de renda no Brasil, se estende neste mês a 18,77 milhões de famílias e exige um investimento de cerca de R$ 13,1 bilhões.
Além do valor base, o Bolsa Família continua oferecendo adicionais que fazem toda a diferença no dia a dia das famílias. Quer saber como esses adicionais podem impactar diretamente sua vida?
Quais são os adicionais do Bolsa Família?
Além do pagamento mínimo, há três tipos de adicionais que podem ser somados ao benefício:
- Benefício Variável Familiar Nutriz: oferta seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para ajudar na alimentação do pequeno.
- Acréscimos: mães que estão gestantes ou nutrizes, e famílias com filhos de 7 a 18 anos, recebem mais R$ 50 por membro. Para crianças de até 6 anos, o adicional é de R$ 150.
Como descobrir a data de pagamento do seu benefício?
Seguindo a tradição, o Bolsa Família é pago nos últimos dez dias úteis de cada mês. Você pode verificar a data exata, o valor a receber e a composição das parcelas diretamente pelo aplicativo Caixa Tem, que é a ferramenta oficial para acompanhamento das contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.
Pagamento unificado: O que é e quem se beneficiou?
No último dia 19, moradores de 176 cidades receberam o benefício antecipadamente, independente do final de seu NIS. Essa medida ajudou cidades como o Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, dentre outras, a enfrentar desastres como secas e chuvas intensas. Veja a lista completa de municípios agraciados na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Mudanças na regra de proteção, você já está por dentro?
Com a intenção de estimular a transição para o mercado de trabalho, 2,44 milhões de famílias aderiram à regra de proteção em janeiro. Essa política os permite receber 50% do benefício por até dois anos se cada membro da família estiver empregado e ganhar até meio salário mínimo. Contudo, para aqueles que entram na fase de transição após junho de 2025, o período de proteção foi reduzido para um ano.
Este mês não tem Auxílio Gás, e agora?
Para as famílias registradas no CadÚnico, o Auxílio Gás é recebido em intervalos bimensais. Apesar de não ser pago em janeiro, ele retorna em fevereiro. A lei garante esse apoio principalmente às mulheres responsáveis pela família e vítimas de violência doméstica.
Com informações da Agência Brasil