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Mundo

Lula diz que vai telefonar para Trump caso negociações não avancem

Em uma tentativa de fortalecer as relações comerciais entre o Brasil e os Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que tomará medidas decisivas caso as negociações não avancem após o término da Conferência das Nações Unidas sobre Mu

04/11/2025

04/11/2025

Em uma tentativa de fortalecer as relações comerciais entre o Brasil e os Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que tomará medidas decisivas caso as negociações não avancem após o término da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, no Pará. Lula revelou sua intenção de contatar novamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ressaltando a importância de um acordo comercial entre os dois países.

"Eu saí da reunião com o presidente Trump certo de que a gente vai estabelecer um acordo. Disse a ele que era muito importante que nossos negociadores começassem a negociar logo", afirmou Lula em entrevista na capital paraense, destacando a urgência em promover as discussões bilaterais. Durante um encontro anterior em Kuala Lumpur, na Malásia, que aconteceu durante a 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), ambos pegaram cerca de 50 minutos para discutir a suspensão das taxas impostas sobre as exportações brasileiras.

Como Lula planeja avançar com as negociações?

A estratégia de Lula é clara: ele está decidido a ligar para Trump novamente, caso não haja progresso até o fim da COP30. "Quando terminar a COP, se não tiver marcada a reunião entre os meus negociadores e os dele, eu vou ligar para Trump outra vez", assegurou o presidente. Essa postura demonstra a determinação do governo brasileiro em resolver as questões comerciais pendentes e garantir condições mais justas para as exportações brasileiras.

Qual a importância do diálogo entre Brasil e Estados Unidos?

Lula enfatizou que não há razão para desavenças entre os dois países e que o diálogo é fundamental para encaminhar um acordo. "O Brasil tem interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos. Temos certeza que, na hora em que dois presidentes sentam em uma mesa, cada um coloca seu ponto de vista, cada um coloca seus problemas, a tendência natural é encaminhar para um acordo", explicou Lula.

Nessa linha de entendimento, Lula destacou a presença do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, no encontro anterior, reforçando o compromisso de ambas as nações em encontrar uma solução amigável e vantajosa para ambos os lados.

O caminho para um acordo está aberto, e o desempenho das negociações comerciais será crucial para definir o futuro das relações entre Brasil e Estados Unidos nos próximos anos. Resta saber se as ações e as expectativas se alinharão com as intenções expressas por Lula e Trump em seus encontros diplomáticos.

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* Com informações da Reuters.



Com informações da Agência Brasil

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