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Zelensky diz que Ucrânia vive momento difícil e fala em dignidade

Você já imaginou se ver em uma situação onde precisa escolher entre manter sua dignidade ou garantir o apoio de um aliado poderoso? Pois bem, é exatamente isso que está acontecendo na Ucrânia, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. O país se encontra em

21/11/2025

21/11/2025

Você já imaginou se ver em uma situação onde precisa escolher entre manter sua dignidade ou garantir o apoio de um aliado poderoso? Pois bem, é exatamente isso que está acontecendo na Ucrânia, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. O país se encontra em um ponto crítico, com um dilema que envolve um plano de paz proposto pelos Estados Unidos, exigindo que a Ucrânia abra mão de partes significativas de seu território para a Rússia. Zelensky afirma que, apesar das pressões, não trairá o povo ucraniano.

Esse plano de paz, associado ao governo de Donald Trump, contém 28 pontos críticos; um dos mais polêmicos é a proposta de que a Rússia anexe as regiões ucranianas de Donetsk e Luhansk, além de partes de Kherson e Zaporíjia. Isso significa que cerca de 20% do território ucraniano poderia passar para as mãos russas. Outro ponto crucial do documento sugere que a Ucrânia desista de integrar-se à Otan. Em contrapartida, haveria um incentivo para que a Ucrânia se tornasse membro da União Europeia, com a reconstrução do país sendo financiada por ativos russos congelados.

O que ocorre com um plano tão desfavorável?

Ninguém nega que o plano proposto soa um tanto quanto injusto para a Ucrânia. Alemanha e França também veem com desconfiança essa estratégia, temendo um avanço ainda maior da Rússia em território europeu. E aí entra o impasse: os Estados Unidos, principais apoiadores da Ucrânia, indicaram que poderiam retirar seu suporte militar e de inteligência caso o plano não seja aceito, de acordo com fontes consultadas pela agência Reuters.

Na Rússia, o presidente Vladimir Putin comentou o plano pela primeira vez, referindo-se a ele como uma possível base para negociações futuras, mas sem entrar em detalhes sobre a aceitação ou ajustes propostos.

Baseado em informações da agência Reuters

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Com informações da Agência Brasil

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