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BRASIL

Após alta hospitalar, primo de crianças desaparecidas auxilia na busca

Angústia e esperança rodeiam a busca por crianças no Maranhão. Em uma pequena comunidade no interior do Maranhão, a história de três crianças desaparecidas tem comovido Brasil afora. Anderson Kauan, de apenas 8 anos, surpreendeu a todos ao ajudar na busca

21/01/2026

21/01/2026

Angústia e esperança rodeiam a busca por crianças no Maranhão. Em uma pequena comunidade no interior do Maranhão, a história de três crianças desaparecidas tem comovido Brasil afora. Anderson Kauan, de apenas 8 anos, surpreendeu a todos ao ajudar na busca de seus primos mais novos, Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos há dias. Após se recuperar de uma internação hospitalar, Kauan guiou a polícia até uma cabana abandonada localizada perto do Rio Mearim, na esperança de encontrá-los.

O esforço na busca tem mobilizado corações e uma vasta equipe de voluntários e profissionais. Kauan, que recebeu acompanhamento psicológico após aprovação judicial, tem sido peça-chave nesse delicado quebra-cabeça. As buscas contaram com o suporte de cães farejadores e mergulhadores, que indicaram a presença das crianças na região próxima à tal “casa caída”. Mesmo assim, ainda faltam pistas decisivas.

Que estratégias estão sendo usadas nas buscas?

Rio Mearim onde as buscas acontecem

As operações não se restringem à superfície. A Marinha participa com tecnologia de ponta, usando sonares para vasculhar um trecho de 3 km do Rio Mearim. Esse aparato tecnológico é fundamental para mapear áreas submersas e produzir imagens que ajudariam a revelar qualquer indício dos pequenos.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, se pronunciou nas redes sociais, reforçando o empenho nas investigações para responder à comunidade de São Sebastião dos Pretos e a todos os envolvidos emocionalmente com este caso.

Por que é tão difícil encontrar as crianças?

O terreno desafia até os mais experientes. A área coberta pelas buscas é vastíssima e cheia de obstáculos naturais: são 54 km² de mata densa, com vegetação fechada, açudes, e um complexo sistema de rios e lagos. O local, segundo relatos, tem poucas trilhas e é de difícil acesso, o que complica ainda mais o percurso.

Quem está envolvido nas operações de busca?

Este esforço conjunto é uma sinfonia de solidariedade e competência, reunindo desde o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) a membros do Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Militar, além da Guarda Municipal, a Marinha e o Exército. A comunidade local, incluindo quilombolas e outros voluntários, também se junta nesta busca incansável.

Os trabalhos continuam, com a esperança de ainda obter algum sinal positivo que leve ao desfecho desejado pelos familiares e pela comunidade.



Com informações da Agência Brasil

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