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BRASIL

Marina diz que decisão do Ibama para foz do Amazonas foi técnica

Você já parou para refletir sobre o futuro do meio ambiente diante de gigantes econômicos? Recentemente, a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, colocou-se no cerne de uma questão polêmica: a autorização do Ibama para a Petrobras

22/10/2025

22/10/2025

Você já parou para refletir sobre o futuro do meio ambiente diante de gigantes econômicos? Recentemente, a ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, colocou-se no cerne de uma questão polêmica: a autorização do Ibama para a Petrobras explorar petróleo na Foz do Rio Amazonas, uma área conhecida como Margem Equatorial. Esta decisão técnica foi defendida por Marina Silva durante uma entrevista ao Canalgov, onde argumentou que as adequações propostas pelo Ibama contribuíram para uma gestão ambiental mais eficaz.

No entanto, essa decisão não passou sem críticas. Muitos ambientalistas se manifestaram, afirmando que esse tipo de licenciamento pode estar em oposição aos esforços do Brasil em liderar a agenda climática mundial. A ministra Marina, por sua vez, ressaltou que o governo busca pavimentar o caminho para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, preparando o terreno para um futuro mais sustentável.

O que levou à decisão de permitir pesquisas na Margem Equatorial?

Para compreender o pano de fundo dessa decisão, é essencial analisar o papel do Ibama na autorização de atividades potencialmente impactantes ao meio ambiente. Segundo Marina Silva, a decisão do órgão foi baseada em análises técnicas rigorosas. As modificações recomendadas visam aumentar a eficácia da gestão ambiental, reduzindo riscos e promovendo uma exploração mais consciente.

Como a decisão do Ibama impacta a agenda climática do Brasil?

Enquanto o Brasil se posiciona como um líder potencial na agenda climática global, esse tipo de licenciamento gera um paradoxo. Ambientalistas argumentam que explorar combustíveis fósseis aumenta as emissões de gases de efeito estufa, contrariando o compromisso do país com o Acordo de Paris. Marina Silva, porém, reitera que estão sendo criadas estratégias para minimizar essa dependência, vislumbrando um futuro onde o Brasil possa servir de exemplo na luta contra as mudanças climáticas.

Quais as expectativas para a COP30 em Belém?

Sobre a próxima Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP30, organizada para acontecer em Belém do Pará, Marina Silva expressa seu desejo de que o Brasil possa liderar pelo exemplo. A conferência é uma oportunidade de ouro para que o país mostre seu compromisso com as metas do Acordo de Paris e a importância de manter o aquecimento global sob controle.

As discussões visam chegar a consensos que ajudem a evitar um ponto de não-retorno climático. Para Marina Silva, o evento é mais do que um encontro diplomático; é uma chance de reafirmar o papel do Brasil como protagonista na transição rumo a um planeta mais sustentável.

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Com informações da Agência Brasil

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