Durante o primeiro discurso oficial na COP30, em Belém, nesta quinta-feira (6), o presidente Lula trouxe à tona desafios que afetam o nosso meio ambiente. Quais são esses desafios? Bem, ele mencionou o combate ao extremismo e aos conflitos, com o objetivo de "reverter o desmatamento, superar a dependência dos combustíveis fósseis e mobilizar os recursos necessários". Além disso, Lula destacou um "descasamento entre o contexto geopolítico e a urgência climática". Fica evidente a urgência em agir, mas como fazer isso?
Em seu discurso, o presidente brasileiro enfatizou que "forças extremistas fabricam inverdades para obter ganhos eleitorais", enquanto rivalidades estratégicas e conflitos armados desviam recursos que deveriam ser usados no combate ao aquecimento global. A questão é: como esses descompassos afetam diretamente a luta contra as mudanças climáticas?
Por que a COP30 na Amazônia é simbólica?
A realização da COP30 na Amazônia, de acordo com Lula, é extremamente significativa. Para ele, a Amazônia é o maior símbolo da causa ambiental no "imaginário global". Mas por que isso é tão importante? Lula lembra que "aqui residem milhões de pessoas de centenas de povos indígenas", que enfrentam o "falso dilema entre a prosperidade e a preservação". Ele questiona: o que o mundo está realmente fazendo para evitar o colapso desse patrimônio natural?
Como o Acordo de Paris se encaixa na discussão?
Outro ponto crucial do discurso foi a defesa do multilateralismo e a importância do Acordo de Paris. Em 2025, o acordo completa dez anos, e Lula sublinhou seu papel como crucial para mitigar os efeitos do aquecimento global. Mas o que está em jogo? "A força do acordo reside no respeito ao protagonismo de cada país na definição de suas próprias metas", afirmou ele. Contudo, interesses de algumas nações podem ameaçar esse esforço coletivo. Quais desafios isso representa para o futuro?

O que dizem os alertas da ciência sobre o futuro do planeta?
Ao falar sobre o futuro, Lula ressaltou a importância de "levar a sério os alertas da ciência". De acordo com dados do relatório de emissões do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o planeta pode aquecer até dois graus e meio até 2100. Com isso, estima-se que mais de 250 mil pessoas possam morrer anualmente. A questão final é: estamos preparados para enfrentar tais desafios?
Com informações da Agência Brasil