O cenário global atual nos mostra que as mudanças climáticas são um desafio urgente que precisa ser enfrentado com ações concretas e compromissos firmes. Na mais recente apreensão da Cúpula dos Líderes, realizada em Belém, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, destacou a posição do Reino Unido em seus esforços persistentes contra as mudanças climáticas. Ele firmou intenção de intensificar os investimentos em energia limpa e reduzir a suscetibilidade aos mercados voláteis de combustíveis fósseis, advertindo que, sem essas medidas, será quase impossível conter o aumento da temperatura global.
Starmer convocou seus pares a seguirem passos semelhantes aos que foram propostos pelo Reino Unido durante a última COP, reafirmando a importância do Acordo de Paris. Com uma mensagem clara, ele destacou que limitar o aquecimento global a 1,5°C pode ser nossa melhor chance de evitar desastres ainda maiores.
Qual é a posição dos líderes sul-americanos?
Na contramão de discursos que negam a existência de tal crise, os presidentes da Colômbia e do Chile não economizaram em críticas aos que se ausentaram da realidade climática mundial. Eles destacaram a ausência do presidente Donald Trump na COP30 e não pouparam palavras para repreender suas recentes declarações, que contrariam a base científica que atesta a crise climática.
Em um discurso firme, Gabriel Boric, do Chile, destacou o caráter enganoso das falas de Trump na Assembleia Geral da ONU, enquanto o presidente da Colômbia atacou a decisão dos Estados Unidos de não enviarem representantes. "Trump age em desacordo com a ciência, empurrando-nos perigosamente para um precipício", afirmou Boric, alertando para o colapso iminente caso a economia estadunidense não se alinhe à descarbonização.
Por que a ausência de líderes de grandes economias impacta a COP?
A ausência marcante dos dirigentes das economias mais poluentes do planeta, como China, Índia e Rússia, além dos Estados Unidos, levanta sérios questionamentos sobre o compromisso global com a agenda climática. A recusa do governo norte-americano em enviar representantes para negociações importantes reflete um preocupante desacordo na prioridade global de enfrentar a crise.
A falta de representação das maiores potências poluentes na COP é um sinal alarmante, exigindo uma resposta e ação coletiva para garantir que a temperatura do planeta não atinja níveis catastróficos. Neste cenário, as palavras de Keir Starmer tornam-se um eco necessário para a mobilização internacional.
*As informações são da TV Brasil.
Com informações da Agência Brasil