Imagine um evento internacional dedicado ao nosso planeta, onde a psicologia e o meio ambiente se encontram em uma dança harmoniosa rumo à sustentabilidade. Foi exatamente isso que aconteceu durante a COP 30, em Belém do Pará. Nossa conversa exclusiva com Graciella Faico, psicóloga e pesquisadora da UFRJ, revela como esses dois mundos se conectam profundamente. Convidamos você a mergulhar nesse universo e explorar as Cartilhas de Práticas Sustentáveis que estão prontinhas para serem descobertas no site da UFF.
Mas o que faz dessa relação entre psicologia e meio ambiente tão especial? No pavilhão da educação superior para ação climática, Graciella compartilhou um importante palco com universidades de todo o mundo. Ela apresentou um estudo de caso vibrante: as cartilhas sobre o uso sustentável da água e a mobilidade universitária ativa, frutos de práticas na UFF. Essas ações não são apenas ideias no papel, mas práticas vivenciadas e disponíveis para você no site da instituição.
Por que a psicologia é crucial nas discussões ambientais?
Graciella nos leva para uma viagem através do papel transformador que a psicologia desempenha na defesa do meio ambiente. Tema que ela explora desde sua tese de doutorado, a psicologia, a partir da ecologia social, liga o comportamento humano à preservação ambiental. Em suas palavras, essa conexão não apenas aumenta a consciência ecológica, mas promove mudanças reais no dia a dia de indivíduos e comunidades.
O reconhecimento internacional é um marco, mas o que isso significa para a psicologia e a sustentabilidade?
Representando a Associação Americana de Psicologia e a Aliança Global de Psicologia, Graciella não escondeu seu entusiasmo quanto ao reconhecimento dessa interface entre psicologia e sustentabilidade. É uma validação poderosa da importância de se pensar o ambiente de forma holística, integrando cientistas e estudiosos em busca de um futuro sustentável.
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Com informações da Agência Brasil