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BRASIL

PF apura tentativa de obstruir investigações da Operação Fames-19

A Polícia Federal (PF) está no centro de um novo movimento investigativo com a Operação Nêmesis, que começou nesta quarta-feira (12). O foco dessa operação é examinar possíveis obstáculos colocados em uma investigação já existente sobre o desvio de recurs

12/11/2025

12/11/2025

A Polícia Federal (PF) está no centro de um novo movimento investigativo com a Operação Nêmesis, que começou nesta quarta-feira (12). O foco dessa operação é examinar possíveis obstáculos colocados em uma investigação já existente sobre o desvio de recursos públicos originalmente destinados ao combate à covid-19 e de emendas parlamentares. Esses recursos teriam sido usados para pagar fornecedores de cestas básicas.

No comunicado à imprensa, ficou claro que a operação não está para brincadeiras: ao todo, são 24 mandados de busca e apreensão emitidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). As ações se concentram em Palmas e na cidade de Santa Tereza do Tocantins (TO).

O que levou ao início da investigação?

Durante a 2ª fase da Operação Fames-19, que começou em setembro, a PF esbarrou em sinais de que alguns dos investigados estariam usando suas posições para manobrar a retirada e o transporte de documentos cruciais. Essa movimentação tinha um só objetivo: dificultar o trabalho da polícia. A suspeita é que eles usaram até veículos do governo como parte do esquema para "atrapalhar as investigações sobre a atuação da organização criminosa, que ainda se encontram em curso e tramitam sob sigilo".

Qual é o objetivo atual da operação?

"As ações de hoje buscam interromper as ações criminosas voltadas à destruição e ocultação de provas e de ativos", destacou a PF. O grande troféu, ao final, é reunir mais informações para clarear o cenário, especialmente a participação de quem já está no radar e, quem sabe, descobrir novos envolvidos que agiam nas sombras.

Como você pode contribuir com informações?

A PF abriu um canal de comunicação para quem tiver algo a apontar: eles estão recebendo detalhes sobre o caso através do e-mail delecor.drcor.srto@pf.gov.br e pelo WhatsApp (63) 3236-5512. Há também a opção de atendimento presencial na Superintendência Regional no Tocantins.



Com informações da Agência Brasil

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