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BRASIL

PF prende Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta quinta-feira (13), o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto. Essa ação marca uma nova fase da Operação Sem Desconto, realizada em parceria com a Controladoria-Geral

13/11/2025

13/11/2025

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta quinta-feira (13), o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto. Essa ação marca uma nova fase da Operação Sem Desconto, realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). A operação é conhecida por desmantelar um esquema que afetava negativamente aposentados e pensionistas.

Stefanutto havia sido exonerado do cargo em abril, pouco depois que a operação revelou fraudes envolvendo descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.

O que motivou a prisão de Alessandro Stefanutto?

A prisão está vinculada a um grande esquema de descontos associativos não autorizados nas aposentadorias e pensões geridas pelo INSS. O impacto desse esquema foi nacional, com reclamações e investigações profundas conduzidas pela PF e pela CGU para responsabilizar os envolvidos.

Como ocorreu a operação desta quinta-feira?

A PF, juntamente com auditores da CGU, lançou uma ofensiva significativa com 63 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão preventiva. Além disso, implementaram outras medidas cautelares em 15 unidades da federação, cobrindo uma vasta área do território nacional.

Quais estados foram envolvidos na ação?

Os mandados foram cumpridos em uma ampla gama de estados, incluindo Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal. Essa operação robusta mostra a extensão e seriedade do caso em questão.

Quais são os crimes sob investigação?

A Polícia Federal destacou uma série de infrações, tais como:

  • Inserção de dados falsos em sistemas oficiais;
  • Constituição de organização criminosa;
  • Estelionato previdenciário;
  • Corrupção ativa e passiva; e
  • Atos de ocultação e dilapidação patrimonial.

Esses crimes revelam um esquema complexo de fraude contra o sistema previdenciário e evidenciam a necessidade de controle e fiscalização rigorosos para proteger os beneficiários.

* Colaborou Camila Boehm



Com informações da Agência Brasil

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