O governo federal anunciou um investimento de R$ 230 milhões em programas focados em segurança alimentar e nutricional. Esta medida, que tem como alvo principal famílias vulneráveis e a agricultura familiar, será gerida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Com tantas famílias em situação delicada, você vai querer saber como esse auxílio será distribuído e o impacto dessa ação.
A iniciativa foi oficializada através de uma medida provisória publicada pelo Diário Oficial da União nesta sexta-feira, prometendo transformar a vida de mais de 130 mil famílias. Entre os beneficiários estão agricultores familiares e comunidades tradicionais. Pergunta-se: será que esse montante será suficiente para enfrentar a insegurança alimentar de tantas pessoas?
Como serão distribuídos os R$ 230 milhões?
Cerca de R$ 121 milhões serão investidos na aquisição e distribuição de alimentos da agricultura familiar. Isso significa que esse valor irá direto para as mãos de quem mais conhece a terra: os agricultores familiares. Outros R$ 60 milhões seguirão para a distribuição de mantimentos para grupos em situação de emergência. E não para por aí: quase R$ 50 milhões serão destinados a ações de inclusão produtiva rural. Parece um grande passo na direção certa, mas como esses recursos realmente farão a diferença na prática?
Quem assinou a medida provisória e qual é o próximo passo?
A medida provisória foi formalmente assinada pelo presidente Lula e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. Com a assinatura, a MP já entrou em vigor, mas há um detalhe importante: as medidas provisórias precisam da aprovação do Congresso Nacional no prazo de 120 dias para se manterem válidas. Isso significa que o relógio já está correndo e cada dia conta para garantir que essa ajuda chegue às mesas das famílias necessitadas.
Com informações da Agência Brasil