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BRASIL

COP 30 entra na fase política com agenda europeia em Belém

Ao entrar na segunda semana da COP 30, em Belém, as expectativas são altas para que decisões políticas cruciais sejam tomadas. Com a primeira fase de discussões já concluída, agora o evento se volta para ações mais práticas e políticas, principalmente com

17/11/2025

17/11/2025

Ao entrar na segunda semana da COP 30, em Belém, as expectativas são altas para que decisões políticas cruciais sejam tomadas. Com a primeira fase de discussões já concluída, agora o evento se volta para ações mais práticas e políticas, principalmente com a presença dos representantes da União Europeia. Este momento é chave para avançar no cumprimento dos objetivos do Acordo de Paris, através de uma colaboração estreita entre sociedade civil, cientistas e líderes políticos.

Na abertura da agenda da delegação europeia desta semana, o comissário de clima da UE, em parceria com a presidência do Conselho e os estados-membros, se reunirá para discutir questões que são peças centrais para o futuro do planeta. Na segunda-feira, será apresentado um importante Relatório Global sobre o Gás Metano, uma questão que impacta profundamente as metas ambientais e as contribuições nacionalmente determinadas.

Como a UE pretende cumprir as metas ambientais?

A União Europeia está empenhada em liderar pelo exemplo e tem planos ambiciosos de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 66% até 2035, em comparação com os níveis de 1990. Esta meta audaciosa faz parte do compromisso da UE com o Acordo de Paris, um tratado que busca limitar o aquecimento global a níveis sustentáveis. Mas será que todas essas intenções se traduzirão em ações concretas? Acompanhar as discussões da COP 30 pode trazer respostas fundamentais.

Qual a importância da criação de áreas de proteção ambiental?

Nesta terça-feira, um dos grandes destaques será a discussão sobre o "Oceano e Vida Marinha". A Rede Pró-Unidade de Conservação e a coalizão SOS Oceano estarão empenhadas em uma campanha para a criação do Parque Nacional Marinho do Albardão e da Área de Proteção Ambiental do Albardão, no sul do Rio Grande do Sul. Esta iniciativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) busca proteger 1,6 milhão de hectares de habitats críticos para espécies ameaçadas. Será que conseguiremos ver a implementação efetiva desse mosaico de proteção?



Com informações da Agência Brasil

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