Discriminação contra pessoas com deficiência tem nome: capacitismo! Essa afirmação impactante marca o início de uma campanha promissora, lançada recentemente com o intuito de combater esse tipo de preconceito que ainda persiste em nossa sociedade. Idealizada pelo MDH (Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania), a iniciativa foi apresentada no simbólico Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado em 3 de dezembro.
O evento de lançamento teve como palco a cidade de Brasília, onde também ocorreu cerimônia de posse dos 38 novos integrantes do Conade, o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A campanha busca destacar algo fundamental: a necessidade urgente de aprimorar a maneira como o Estado reage ao capacitismo e de estabelecer políticas públicas capazes de combater, de forma estratégica, as desigualdades que afetam as pessoas com deficiência.
Por que a campanha contra o capacitismo é necessária?
Macaé Evaristo, ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, ressaltou a importância da luta lançada por movimentos de defesa dos direitos das pessoas com deficiência. O governo pretende que a campanha expanda a consciência sobre o preconceito capacitista e destaque as experiências únicas vividas por essas pessoas.
Como a campanha será desenvolvida?
Desenvolvida em um período de 15 dias com suporte técnico da Fiocruz, a campanha inclui uma cartilha intitulada “Combata o Capacitismo” que aborda os obstáculos enfrentados diariamente pelas pessoas com deficiência. Além disso, a ação abrange colaborações com o sistema judiciário, o Ministério Público do Trabalho e outras entidades públicas.
De que forma o Conade auxilia no combate ao capacitismo?
Cláudio Drewes, procurador-regional da República e presidente da Comissão Eleitoral do Conade, destacou o papel crucial do conselho na luta contra o capacitismo, atuando como um catalisador para a implementação de políticas eficazes no enfrentamento da discriminação.
Como você pode participar?
Para se engajar na campanha, o primeiro passo é se informar. Leia a cartilha da Fiocruz, assista aos materiais audiovisuais disponíveis e compartilhe o conhecimento utilizando a hashtag #CombataOCapacitismo. Todo o material está acessível na página do Ministério dos Direitos Humanos: gov.br/mdh.
Com informações da Agência Brasil