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BRASIL

Soldado confessa morte de militar e incêndio de quartel em Brasília

Investigação de feminicídio: Soldado confessa homicídio da cabo do ExércitoNo início da tarde de sexta-feira (5), a tragédia atingiu a carreira promissora de Maria de Lourdes Freire Matos, cabo do Exército de 25 anos, cujo futuro foi brutalmente interromp

06/12/2025

06/12/2025

Investigação de feminicídio: Soldado confessa homicídio da cabo do Exército

No início da tarde de sexta-feira (5), a tragédia atingiu a carreira promissora de Maria de Lourdes Freire Matos, cabo do Exército de 25 anos, cujo futuro foi brutalmente interrompido em um crime que chocou Brasília. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) confirmou que a jovem morte está sendo tratada como feminicídio. O acusado, soldado Kelvin Barros da Silva, de 21 anos, confessou o feito e já se encontra sob custódia das autoridades no Batalhão da Polícia do Exército.

Um vídeo divulgado pela PCDF trouxe à luz detalhes do caso, levando o delegado Paulo Noritika, chefe da 2ª DP da Asa Norte, a revelar que tudo teria ocorrido após uma discussão acalorada. Kelvin, o autor confesso, alegou que a vítima pediu para ele deixar a namorada e assumir outra relação – alegações que têm sido negadas pela família de Maria de Lourdes.

O que o levou ao ato extremo?

Apesar de chocado, o público questiona: O que poderia ter motivado um crime tão hediondo? De acordo com fontes da investigação, Kelvin Barros da Silva não possuía qualquer antecedente criminal que pudesse prenunciar tal desfecho. O que poderia ter desencadeado a sequência de eventos é ainda uma questão central para investigadores e familiares que buscam por respostas.

Que medidas legais estão sendo aplicadas?

O cenário legal para Kelvin é sombrio. Conforme explicou o delegado Noritika, além de feminicídio, ele enfrentará acusações de furto de arma, incêndio e fraude processual, crimes que podem elevá-lo a uma possível condenação de até 54 anos de prisão. Essa é a triste realidade enfrentada pelo soldado que terá de responder por suas ações na justiça.

Como foi a descoberta do crime?

Foi uma sexta-feira de descobertas trágicas, quando, pouco depois das 16h, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) encontrou o corpo de Maria de Lourdes no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (RGC), no Setor Militar Urbano. Após combater um incêndio, os bombeiros descobriram o corpo carbonizado entre os escombros.

A nota dos bombeiros confirmou a presença de grande quantidade de combustível no local, intensificando as suspeitas de premeditação no ato cometido. A intensa fumaça e chamas ameaçaram as estruturas adjacentes, mas a atuação dos bombeiros impediu a tragédia de se alastrar ainda mais.

Qual é o impacto emocional na sociedade?

A morte de Maria de Lourdes Freire Matos transcendeu os muros do Exército, reverberando profundamente por meio de sua trajetória como saxofonista no regimento. O 1º RCG não demorou em expressar suas condolências, destacando sua dedicação e compromisso profissional.

"O 1º Regimento de Cavalaria de Guardas manifesta profundo pesar pelo falecimento da cabo Maria de Lourdes Freire Matos. Em tempos de luto, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e irmãos de farda", mencionou o comunicado oficial da corporação, dada a imensurável perda sofrida.



Com informações da Agência Brasil

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