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BRASIL

Operação Codajás completa 30 anos

Já imaginou como é garantir que o gás de cozinha chegue até você, mesmo nas condições mais desafiadoras do norte do Brasil? Pois é, a operação Codajás faz exatamente isso há três décadas. Em dezembro, comemoramos 30 anos dessa iniciativa que, entre setemb

06/12/2025

06/12/2025

Já imaginou como é garantir que o gás de cozinha chegue até você, mesmo nas condições mais desafiadoras do norte do Brasil? Pois é, a operação Codajás faz exatamente isso há três décadas. Em dezembro, comemoramos 30 anos dessa iniciativa que, entre setembro e outubro deste ano, escoou 60 mil toneladas de GLP e 129 mil metros cúbicos de petróleo da região de Urucu para o terminal de Solimões, no Amazonas. Quer saber como essa missão é possível? Vamos descobrir juntos!

A Codajás não atua sozinha. É uma operação em parceria entre a Petrobras e a Transpetro, com um comitê técnico que inclui a Marinha do Brasil. Esse grupo monitora os rios da Amazônia todos os dias para garantir que nada falte para você. Recentemente, eles mediram o Rio Solimões e sondaram a Enseada do Rio Madeira. Graças a esse monitoramento preciso, o gás que cozinha o feijão da sua casa pode seguir seu caminho.

Como a operação Codajás supera os desafios da vazante?

Quando se trata de superar desafios, a Codajás mostra que tem know-how. Mesmo na seca histórica da Amazônia em 2024, eles conseguiram transportar mais de 16 mil toneladas de GLP em 21 operações. Não é à toa que essa operação conta com navios dedicados e embarcações de calado reduzido, essenciais para manter a navegabilidade em pontos críticos.

Por que a parceria é essencial para a operação?

A colaboração entre a Petrobras, sua subsidiária Transpetro e a Marinha do Brasil é o coração dessa operação. Cada organização assume um papel vital no planejamento e monitoramento. "Graças às ações coordenadas, foi possível manter a produção de petróleo e atender plenamente ao mercado de GLP", destaca a Petrobras.

O que torna a Codajás uma operação robusta e adaptável?

Segundo Jones Soares, diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, a operação se adaptou às variações climáticas e geográficas da Amazônia ao longo dos anos. Isso é inovação e resiliência em ação! E mesmo em tempos de menor impacto da vazante, como em 2025, o planejamento contínuo é a chave para garantir que nenhuma panela fique sem gás.

Como essa operação contribui para a segurança energética?

Além do gás de cozinha, a operação Codajás é fundamental para a segurança energética, fornecendo gás natural para termelétricas em Manaus. A energia gerada garante o funcionamento da sétima capital mais populosa do Brasil e é responsável por mais de 50% da energia do estado do Amazonas. Uma missão e tanto, não é mesmo?

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Com informações da Agência Brasil

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