Neste domingo (7), várias cidades brasileiras se tornam palco de manifestações contra o aumento dos casos de feminicídio. O evento busca denunciar todas as formas de violência que impedem as mulheres e meninas de viverem com liberdade e segurança. Com o lema ‘Mulheres Vivas’, o movimento surge em resposta aos recentes e alarmantes crimes contra mulheres, intensificando a urgência da pauta.
A insegurança cresce junto ao medo, mas a sociedade se mobiliza buscando mudanças. A proposta é clara: exigir justiça e o fim da violência de gênero. As ruas serão tomadas como um grito por políticas públicas eficazes. Quer saber mais sobre o que está acontecendo e como se envolver? Continue conosco para todos os detalhes dos protestos e os dados que apontam essa realidade dura no Brasil.
Quais casos recentes elevaram a urgência dessa mobilização?
A situação no país é preocupante. No Rio de Janeiro, um incidente chocante ocorreu em 28 de novembro, quando duas funcionárias do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) foram mortas a tiros por um colega, que cometeu suicídio em seguida.
Em São Paulo, o dia 1º de dezembro marcou tragicamente a tentativa de um homem de assassinar sua ex-companheira em seu local de trabalho.
Já em Brasília, foi encontrado o corpo carbonizado de Maria de Lourdes Freire Matos, uma cabo do Exército de apenas 25 anos, cujo assassinato confessado por Kelvin Barros da Silva está sendo tratado como feminicídio.
Qual é a real magnitude dos feminicídios no Brasil?
Os números são alarmantes. De acordo com o Mapa Nacional da Violência de Gênero, em 2024, uma média de quatro mulheres por dia foram assassinadas devido ao gênero. Em 2025, os registros já apontam para mais de 1.180 feminicídios, destacando a gravidade do problema.
Além disso, o Ligue 180 já somou quase 3 mil atendimentos diários, revelando a amplitude da violência contra a mulher no Brasil.
O pedido de mudança ecoa até na política: recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a necessidade de um engajamento ativo dos homens na transformação da cultura de violência de gênero.
Onde ocorrerão os atos pelo país?
No Rio de Janeiro, a manifestação se concentrará no calçadão da Avenida Atlântica, no Posto 5, com início às 14h. Em São Paulo, a Avenida Paulista, em frente ao MASP, será o local do protesto no mesmo horário.
Quer saber mais detalhes? Você pode acompanhar todos os desdobramentos pelo perfil Levante Mulheres Vivas nas redes sociais e entender como se engajar nesta luta.
Com informações da Agência Brasil