Quando um casarão desaba de repente, no meio da madrugada, em um bairro icônico como o Catete, no Rio de Janeiro, histórias de resiliência e solidariedade emergem. Na madrugada desta segunda-feira (8), por volta das 4h, a tranquilidade foi interrompida por um acidente que deixou vários moradores feridos, marcando mais um episódio na complexa relação entre a cidade e suas antigas construções.
O incidente ocorreu no cruzamento da Rua Tavares Bastos com a Rua Bento Lisboa. Ao ouvir sobre o ocorrido, você pode imaginar a cena: escombros espalhados, sirenes ao longe e a presença do Corpo de Bombeiros, heróis de todos os dias na cidade maravilhosa, já diligentes no resgate. Até o momento, eles conseguiram resgatar 16 pessoas, em sua maioria com ferimentos leves. No entanto, a preocupação persiste, pois ainda existe a suspeita de que uma pessoa possa estar presa sob os escombros.
O que está sendo feito para localizar possíveis vítimas?
A busca das equipes de resgate vai além da força humana e conta com a tecnologia como aliada. Bombeiros utilizam cães farejadores e drones equipados com câmeras térmicas, que são cruciais para identificar sinais de vida entre as ruínas. Essas ferramentas modernas trazem um sopro de esperança nas situações mais críticas, oferecendo uma chance maior de salvar vidas.
Como estão as condições ao redor do local do desabamento?
A Defesa Civil do município também está atuante no local, avaliando os danos estruturais não só do casarão que desmoronou, mas também das edificações vizinhas. A segurança dos moradores da área é prioridade, e garantir que outras construções não estão comprometidas é um passo essencial neste momento.
Seguindo os protocolos de emergência, o que acontece nos dias posteriores a um desabamento como esse ainda envolve muitas precauções e ações contínuas para garantir a segurança de todos os envolvidos. Acompanhar de perto essas ações ajuda a entender a complexidade da operação e a importância de cada decisão tomada no calor do momento.
Com informações da Agência Brasil