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BRASIL

"Temos que ficar indignados com a violência contra mulheres", diz Lula

As estatísticas sobre violência doméstica em nosso país são alarmantes, e não é surpresa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja colocando essa questão como uma de suas prioridades. Na última segunda-feira, Lula anunciou a convocação de uma reun

08/12/2025

08/12/2025

As estatísticas sobre violência doméstica em nosso país são alarmantes, e não é surpresa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja colocando essa questão como uma de suas prioridades. Na última segunda-feira, Lula anunciou a convocação de uma reunião com representantes dos Três Poderes para enfrentar o problema de frente: o combate à violência contra a mulher. O que está sendo planejado e como você pode fazer parte dessa mudança significativa?

Durante a 14ª Conferência Nacional de Assistência Social em Brasília, Lula destacou casos chocantes de feminicídio, como o de Tainara Souza Santos, que passou por um ataque cruel que mexeu com a nação. Ao relembrar esses incidentes, a questão que ressoa é: será que estamos fazendo o suficiente para proteger as mulheres brasileiras?

Por que todos os setores da sociedade devem se envolver?

"É importante envolver o Congresso Nacional, Senado e Câmara, a Suprema Corte, o Superior Tribunal de Justiça, os tribunais de justiça dos estados, os sindicalistas, os evangélicos, é preciso todo mundo", declarou Lula com convicção. O presidente propõe um "mutirão educacional" para unir forças e pôr um fim à violência de gênero.

O que está por trás da indignação do presidente?

Para Lula, a onda crescente de violência não pode mais ser tolerada: "Nós precisamos despertar, no povo brasileiro, e na humanidade, o direito da indignação. Nós temos que ficar indignados com a violência contra as mulheres". Isso levanta uma questão crucial: a apatia está contribuindo para perpetuar essa situação?

Como podemos contribuir para erradicar o feminicídio no Brasil?

No domingo anterior à fala de Lula, uma mobilização nacional marcou presença nas ruas de várias capitais. As demandas eram claras: ampliar a rede de proteção, assegurar uma resposta rápida do sistema de justiça e garantir financiamento integral para ações de combate e prevenção à violência contra a mulher. Como você pode se envolver e apoiar essas causas essenciais?



Com informações da Agência Brasil

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