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BRASIL

Viva Maria destaca necessidade de avanços no combate à violência

O programa Viva Maria celebra uma conquista importante. No último domingo, 7 de dezembro, uma mobilização nacional chamou atenção para um grave problema que assola o Brasil: os feminicídios. De norte a sul, o Ato Unificado pelas Mulheres Vivas tornou-se u

09/12/2025

09/12/2025

O programa Viva Maria celebra uma conquista importante. No último domingo, 7 de dezembro, uma mobilização nacional chamou atenção para um grave problema que assola o Brasil: os feminicídios. De norte a sul, o Ato Unificado pelas Mulheres Vivas tornou-se um marco na luta das brasileiras por uma vida livre de violência, mostrando que o país não pode mais tolerar a misoginia. Até setembro, foram registrados mais de 1.100 casos de feminicídios no Brasil—uma média alarmante de quatro assassinatos de mulheres por dia. Estes números assustadores ainda incluem cerca de 50 mil casos de estupro por ano e mais de 600 mil denúncias de violência doméstica.

Com um cenário tão preocupante, fica claro que a sociedade brasileira exige respostas rápidas e efetivas do Estado. Políticas públicas urgentes devem ser implantadas, entre elas o funcionamento diário das Delegacias da Mulher, a criação de casas-abrigo, o acolhimento imediato das vítimas, a implementação de medidas protetivas céleres e investigações conduzidas sem demora.

O que impulsionou a mobilização nacional?

A mobilização de 7 de dezembro foi um grito conjunto das mulheres brasileiras, cansadas de viver em um país onde a violência de gênero ainda é uma realidade frequente. As forças unidas em todos os estados do Brasil não apenas reforçaram a urgência do combate à misoginia, mas também enviaram uma mensagem clara: mudanças são imprescindíveis.

Quais políticas públicas são necessárias?

Para reverter este cenário, é fundamental que haja um investimento em políticas públicas robustas e eficazes. Isso inclui:

  • Operação das Delegacias da Mulher durante 24 horas;
  • Disponibilização de casas-abrigo para todas que busquem proteção;
  • Adoção de medidas protetivas de urgência;
  • Agilidade na investigação e elucidação de crimes de violência contra a mulher.

Esses pilares são essenciais para fornecer um suporte real e imediato para as vítimas e criar um ambiente onde a misoginia não tenha mais espaço.

Por que a atuação rápida é crucial?

Uma resposta célere pode simbolizar a diferença entre vida e morte para muitas mulheres. Intervenções imediatas são fundamentais não apenas para proteger, mas também para prevenir futuras ocorrências de violência, assegurando que as vítimas recebam o apoio necessário de forma oportuna.

Enquanto isso, você pode acompanhar essas iniciativas e entender como pode ajudar na proteção e no suporte às mulheres ao seu redor. As mudanças começam com conscientização e ação de cada um de nós.



Com informações da Agência Brasil

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