Parte do estado de São Paulo enfrenta desafios devido a um ciclone extratropical, que afetou significativamente o fornecimento de energia desde terça-feira. A Enel, concessionária responsável, relata que aproximadamente 1,2 milhão de clientes na Região Metropolitana de São Paulo estão sem energia. Este evento meteorológico extremo não só interrompeu a vida cotidiana, mas também gerou preocupações sobre segurança e infraestrutura. O que está sendo feito para mitigar os danos e restaurar a normalidade? Continue a leitura para descobrir.
Na quarta-feira, os ventos atingiram até 96,3 km/h, conforme relatado pela Defesa Civil, provocando quedas de árvores e danos à rede elétrica, causando assim uma interrupção no fornecimento de energia. O Corpo de Bombeiros recebeu 514 chamados apenas na manhã de quarta-feira para lidar com a queda de árvores, ilustrando a extensão do impacto.
Como a Enel está respondendo à crise?
Para restabelecer o serviço de energia, a distribuidora mobilizou 1,3 mil equipes. Este esforço massivo visa acelerar o retorno à normalidade para as unidades atendidas pela concessionária. Parte dessa estratégia envolve lidar com objetos e galhos que danificaram a rede elétrica devido aos fortes ventos.
Quais são os alertas da Defesa Civil?
A Defesa Civil de São Paulo emitiu um alerta para fortes rajadas de vento na quarta-feira de manhã, destacando que, enquanto terça-feira foi marcada por fortes chuvas, a quarta trouxe perigosas rajadas de vento. Desde o início da semana, desde que o ciclone começou a afetar a região, os avisos foram amplamente disseminados através das redes sociais e outros canais de comunicação.
O órgão também destacou a ocorrência de quedas de árvores em várias cidades, incluindo Vera Cruz, Guareí, Ribeirão Bonito e muitas outras, sinalizando a extensão do impacto por todo o estado.
Por que o Parque de Ciência do Butantan foi fechado?
Em resposta às condições perigosas criadas pelas fortes rajadas de vento, o Instituto Butantan anunciou o fechamento temporário do seu Parque de Ciência. Esta medida preventiva visa garantir a segurança dos visitantes e trabalhadores do instituto, exemplificando a preocupação com segurança pública em meio a condições climáticas adversas.
Com informações da Agência Brasil