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BRASIL

Belém (PA) recebe Seminário de Palhaçaria, que vai até 14 de dezembro

Prepare-se para mais uma edição imperdível do Seminário de Palhaçaria de Belém. Comemorando seu nono ano, este evento é um dos principais fóruns de discussão e intercâmbio sobre a arte da palhaçaria, o circo e a comicidade popular na Amazônia. Se você ain

12/12/2025

12/12/2025

Prepare-se para mais uma edição imperdível do Seminário de Palhaçaria de Belém. Comemorando seu nono ano, este evento é um dos principais fóruns de discussão e intercâmbio sobre a arte da palhaçaria, o circo e a comicidade popular na Amazônia. Se você ainda não conhece, está na hora de se aprofundar nesse universo fascinante.

Até o dia 14 de dezembro, Belém será o palco de encontros que prometem integrar artistas, pesquisadores, estudantes e a comunidade, abordando práticas e saberes que permeiam não só a atuação artística, mas também o ensino e a vida cultural da cidade. A atriz, palhaça e produtora cultural Romana Melo destaca que esta edição terá oficinas, espetáculos e rodas de conversa, além de compartilhamentos de pesquisas acadêmicas relacionadas à palhaçaria e ao universo circense.

"A gente vai estar ofertando oficinas, espetáculos, vai ter roda de conversa, além de comunicações de pesquisas acadêmicas na linguagem da palhaçaria, em todo o universo do circo."

Quais são as novidades desta edição do seminário?

Este ano, o evento ganha ainda mais relevância com a organização do grupo de pesquisa Clown Nosso de Cada Dia, da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (ETDUFPA), sob a coordenação do professor doutor Marto Maués. Com o objetivo de reafirmar a importância do seminário como espaço de diálogo e experimentação, busca-se fortalecer a palhaçaria como forma de arte e prática social.

Como a palhaçaria contribui para a vida cultural de Belém?

No cerne do evento, está a proposta de estimular um intercâmbio profundo entre diferentes gerações e estilos de arte, viabilizando uma integração única entre cultura e comunidade. O seminário não apenas celebra o riso e a alegria, mas também a resistência cultural e a renovação dos saberes artísticos tradicionais na região Amazônica.



Com informações da Agência Brasil

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