Já imaginou uma biblioteca inteira chegando até você, com títulos que vão desde a poesia até histórias em quadrinhos? Pois é exatamente isso que está acontecendo nas comunidades quilombolas do Rio de Janeiro. A Fundação Biblioteca Nacional doou dois mil livros, numa jornada para democratizar o acesso à leitura e fortalecer a identidade cultural em regiões menos favorecidas.
As doações chegaram a localidades como Cabo Frio, Búzios, Araruama e São Pedro da Aldeia. Marco Lucchesi, presidente da instituição, destaca que a iniciativa vai além da preservação da memória cultural. “A Biblioteca Nacional é um órgão vinculado ao Ministério da Cultura”, ele afirma, “mas também tem uma obrigação de solidariedade ao país.” Esta ação é uma resposta ao anseio dessas comunidades, que agora têm mais recursos para cultivar o saber.
O que significa essa doação para as comunidades quilombolas?
Para as comunidades atendidas, como o Quilombo Maria Joaquina, esta doação transforma realidades. Jane Oliveira, representante do quilombo, expressa a gratidão dos moradores: “Somos muito gratos por receber os livros e a leitura é muito importante nas nossas vidas.” Os livros entregues abrem portas para o conhecimento, fortalecem a identidade cultural e ajudam a preservar a memória.
Por que a Biblioteca Nacional está investindo em doações de livros?
Essa ação faz parte de uma série de doações organizadas pela Biblioteca Nacional, que se dedica a levar livros para diferentes públicos e necessidades. Além das comunidades quilombolas, a instituição também apoia bibliotecas comunitárias, comunidades ribeirinhas e até mesmo unidades prisionais. É um movimento que busca nutrir a cidadania através da leitura, proporcionando novas oportunidades de crescimento pessoal e coletivo.
Com informações da Agência Brasil