A
diferença de preço nas papelarias da cidade de São Paulo pode surpreender
qualquer um. Um levantamento recente do Procon-SP, divulgado no dia 2 do mês
atual, revelou que o preço de uma caneta esferográfica pode variar de
até 276%, dependendo do local onde for comprada. Já parou para pensar em quanto
isso pode impactar seu bolso? Se você estiver em São Paulo, uma simples escolha
de papelaria pode significar economia, ou perda, em sua lista de
materiais escolares.
Imagine
comprar uma caneta por R$ 1,30 na zona norte da cidade e, ao mesmo tempo,
outra loja no centro cobra R$ 4,90 pela mesma caneta. Não seria estranho pensar
em tamanha diferença? Essa realidade não se limita apenas a São Paulo. Em
Presidente Prudente, um marca-texto pode custar de R$ 1,95 a R$ 4,20; já em
Ribeirão Preto, um apontador tem preços que variam de R$ 3,20 a R$ 9,50! Como explicar tamanhas
discrepâncias?
O que fazer diante dessa variação de preços?
Pesquisar,
pesquisar e pesquisar. O Procon enfatiza a importância de estar atento aos
preços antes de completar suas compras escolares. Mesmo que a diferença no
valor unitário de produtos como canetas e marca-textos pareça insignificante,
a soma de todos os itens de uma lista escolar pode pesar no orçamento. E por
que não revisar seus armários? Sempre é possível reaproveitar
acessórios do ano passado.
Como conseguir economias adicionais?
A
resposta pode estar na prática de compras coletivas. Que tal se reunir
com outros pais e avaliar o potencial de desconto para compras em grande volume?
Muitas papelarias oferecem abatimentos nesse tipo de aquisição. E atenção às
formas de pagamento: alguns estabelecimentos podem oferecer tarifas menores para
quem usa o Pix ou dinheiro em espécie, ao invés do cartão de crédito.
Que itens são mais afetados pela variação de preços?
A
abundante lista de materiais escolares inclui desde o lápis básico até
artigos mais específicos. O Procon analisou o valor de 134 diferentes
produtos, como apontadores, borrachas, cadernos, canetas esferográficas, giz de
cera, cola, lápis de cor, lápis preto, papel
sulfite, réguas e tesouras. A coleta de preços foi efetuada em nove
estabelecimentos somente em São Paulo, mas também nas regiões da
Baixada Santista, Bauru,
Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José
do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba. Confira
o
estudo completo no site do Procon-SP.
Com informações da Agência Brasil