A partir de janeiro de 2026, os Microempreendedores Individuais (MEIs) deverão pagar mais na contribuição mensal ao INSS, em razão do novo salário mínimo de R$ 1.621, anunciado pelo governo federal. Como o valor pago corresponde a 5% do salário mínimo — e 12% para os MEIs caminhoneiros — a atualização impacta diretamente os boletos mensais de milhões de empreendedores no país.
Qual será o valor da contribuição do MEI em 2026?
Com o salário mínimo reajustado para R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026, o valor base da contribuição ao INSS dos MEIs passa a ser de R$ 81,05 (5%). Para os caminhoneiros enquadrados como MEI, que contribuem com 12%, o valor será de R$ 194,52.
Esses valores ainda podem ser acrescidos de tributos fixos de acordo com a atividade exercida, como ISS ou ICMS.
Quando começa a valer a nova cobrança do MEI?
O novo valor entra em vigor no pagamento referente ao mês de janeiro, cujo vencimento é até o dia 20 de fevereiro de 2026. O recolhimento continua sendo feito via DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
Onde gerar o DAS do MEI?
O boleto mensal pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo aplicativo MEI, com opções de pagamento via boleto, Pix ou débito automático.
O que muda para os MEIs com o reajuste?
Embora o aumento pareça pequeno, ele tem impacto significativo para os microempreendedores, especialmente aqueles que já enfrentam dificuldades financeiras. Por isso, é importante planejar-se para o aumento no orçamento mensal.
Com o reajuste já em vigor, é essencial que os MEIs se organizem financeiramente para manter suas contribuições em dia e garantir benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade. Compartilhe este conteúdo com outros empreendedores e continue acompanhando o ND Mais para mais atualizações sobre economia e direitos trabalhistas.
Ana Clara Vitor