A Petrobras confirmou recentemente um vazamento de fluído durante as atividades de busca por petróleo na área da Foz do Rio Amazonas. O incidente ocorreu a 175 quilômetros da costa do Amapá, em uma região conhecida como Margem Equatorial brasileira. Apesar do susto, a estatal garantiu, através de uma nota, que todas as medidas de contenção foram prontamente adotadas. Mas como isso realmente aconteceu e quais são as consequências?
O vazamento foi detectado no último domingo e rapidamente contido. Desde então, as atividades de perfuração estão paradas para garantir a segurança do local. A Petrobras afirmou que comunicou formalmente às autoridades competentes e que o fluído utilizado é dentro dos padrões de toxicidade permitidos, biodegradável, e que não oferece riscos ao meio ambiente ou à saúde humana.
O que é o fluído de perfuração e por que ele é utilizado?
Para você entender melhor, o fluído de perfuração, essencial na exploração de petróleo e gás, é uma mistura de água, argila e produtos químicos. Sua principal função é limpar e lubrificar a broca, além de controlar a pressão do poço e a estrutura da perfuração.
Quais medidas foram tomadas pela Petrobras após o vazamento?
A estatal mencionou que adotou imediatamente todas as medidas de controle necessárias para isolar o vazamento e notificou tanto os órgãos ambientais quanto de segurança. Importante lembrar que, segundo a Petrobras, tanto a sonda quanto o poço permanecem em condições seguras.
Qual foi a reação do Ibama sobre o ocorrido?
O Ibama, responsável pela fiscalização ambiental no Brasil, informou que foi notificado sobre o vazamento através do Sistema Nacional de Emergências Ambientais. O órgão está investigando as causas do incidente e continua monitorando a situação de perto.
Qual o impacto desse vazamento para os planos futuros da Petrobras?
Em outubro, o Ibama deu sinal verde para que a Petrobras realizasse pesquisas na Foz do Amazonas. A ideia é explorar o potencial de petróleo e gás nesta área até março. Este incidente levanta questões sobre os desafios enfrentados na exploração offshore e era algo que estava no radar das autoridades desde a autorização concedida.
Com informações da Agência Brasil