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BRASIL

Cinco criminosos do Comando Vermelho foram presos esta semana no Rio

Nos recantos quase inacessíveis do Rio de Janeiro, operações policiais trazem à tona um capítulo significativo na luta contra o tráfico de drogas. Em uma semana marcada por ações precisas, forças de segurança do estado desarticularam as operações de cinco

10/01/2026

10/01/2026

Nos recantos quase inacessíveis do Rio de Janeiro, operações policiais trazem à tona um capítulo significativo na luta contra o tráfico de drogas. Em uma semana marcada por ações precisas, forças de segurança do estado desarticularam as operações de cinco líderes do Comando Vermelho. Mas o que chamou atenção não foi apenas as prisões em si, mas a abrangência geográfica que elas envolvem. Esses criminosos, oriundos de Goiás, Piauí, Mato Grosso, Bahia e Alagoas, encontraram refúgio temporário no Rio, mas o braço longo da lei estava decidido a interromper suas ações.

As prisões ocorreram em uma sequência de eventos entre a segunda-feira (5) e a sexta-feira (9), durante procedimentos de inteligência e estratégia policial. Estas ações coordenadas não só enfraquecem operações criminosas presentes, mas também dissipam a sensação, por vezes predominante, de que tais lideranças estavam fora do alcance das autoridades. Vamos explorar detalhadamente como essas capturas foram realizadas e o que elas significam para o combate ao crime organizado.

Como as forças do Rio prenderam os líderes do Comando Vermelho?

A semana começou tensa, mas terminou em vitória para as autoridades cariocas. Avarrida policial iniciou-se na segunda-feira com a captura de um suspeito de 19 homicídios associados ao "Bonde dos 40", uma facção do Piauí, na Tijuca. A operação não parou por aí. Em Duque de Caxias, a polícia civil capturou o líder do tráfico de uma comunidade em Alagoas, numa empreitada que envolveu uma complexa rede de inteligência e cooperação com a força local de Alagoas.

Qual o impacto da captura de Cássio Dumont, o "Cascão"?

Na sexta-feira, as forças de segurança do Rio, em uma operação liderada pelo BOPE, em conjunto com a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar, localizaram e prenderam Cássio Dumont, conhecido como “Cascão”, no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa. Essa ação eliminou uma ameaça significativa, que possuía passagens por crimes violentos e fuga audaciosa da Penitenciária de Trindade em Goiás. Com esse preso fora de circulação, quantas outras lideranças ainda restam nas ruas, e o que as autoridades planejam fazer a seguir?

Quem é Rafão e por que sua captura em Itaboraí foi crucial?

Já na quarta-feira, as atenções voltaram-se para Itaboraí, onde a PM prendeu Rafael Amorim de Brito, ou "Rafão", um nome marcado emocionalmente na memória de muitos em Mato Grosso por seu envolvimento em casos de estupro, tráfico de drogas e roubo. Rafão enfrentava quatro mandados de prisão em aberto, e sua captura trouxe certo alívio à comunidade e às famílias afetadas por seus crimes.

As forças policiais estão mais determinadas que nunca a reprimir o crime organizado em colaboração com outras unidades federativas. Cada captura é um tijolo a menos na fundação dessas organizações criminosas. Embora a batalha seja desigual às vezes, essas prisões enviam uma mensagem forte de que o Estado está presente e não recuará na luta por justiça.



Com informações da Agência Brasil

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