Imagine completar 82 anos sendo uma referência viva da cultura popular brasileira. Esse é o caso de Lia de Itamaracá, a mestra da **ciranda** que o programa Viva Maria homenageia nesta segunda-feira, 12 de outubro. Com uma carreira marcada pela **música**, **tradição** e **resistência cultural**, Lia se tornou sinônimo de riqueza cultural brasileira e continua a inspirar gerações.
Lia, cujo nome de batismo é Maria Madalena Correia do Nascimento, nasceu na pitoresca Ilha de Itamaracá, em Pernambuco. Desde os primeiros acordes nas praias e festas locais, ela elevou a **ciranda nordestina** a um novo patamar, uma arte finalmente reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan em 2021. A voz de Lia traduz em música o cotidiano, as alegrias e as lutas do povo nordestino.
Qual a importância da ciranda na trajetória de Lia?
Para Lia, a ciranda é mais do que um gênero musical; é uma expressão cultural rica em significados. Numa **entrevista especial** ao programa Viva Maria, ela aprofunda o significado do reconhecimento do Iphan e a força transformadora da arte popular. A cada música e apresentação, ela leva consigo a tradição que recebeu das gerações passadas, mantendo-a viva e ressoante nas mentes e corações de quem a ouve.
Como Lia de Itamaracá moldou a música nordestina e o patrimônio cultural?
Durante toda a sua carreira, Lia transformou suas experiências de vida em verdadeiras odes de resiliência e alegria. Suas músicas não apenas simbolizam a **resistência cultural**, mas também criam um espaço onde **tradição**, **ancestralidade** e futuro se encontram em perfeita harmonia. Essa edição do Viva Maria não é apenas uma homenagem à artista. É, acima de tudo, uma celebração da mulher que fez de sua vida uma ciranda interminável, perpetuando um legado cultural que transcende o tempo e as barreiras geográficas.
Com informações da Agência Brasil