Quinta-feira, 15 de março, marca o início de um período importante para o Amazonas e sua vasta biodiversidade. Nesta data, começa o Defeso Florestal, uma iniciativa que se estende até 15 de maio, onde as atividades de corte, arraste e transporte de madeira em Planos de Manejo Florestal Sustentável são temporariamente suspensas. Mas por que esses meses são tão cruciais? Como essa ação impacta o ecossistema local? Prepare-se para desvendar os detalhes dessa importante medida de conservação promovida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM).
Os meses do defeso coincidem com o período chuvoso da região amazônica, uma fase em que a terra se torna mais vulnerável e a vegetação precisa ser protegida. Com essa medida, o IPAAM busca, acima de tudo, preservar o solo e manter a riqueza da vegetação local. Este ano, a portaria que determina a suspensão foi publicada no Diário Oficial do Estado, afetando cerca de 60 Planos de Manejo Florestal. Municípios como Novo Aripuanã, Canutama, Itapiranga, Manicoré e Lábrea são especialmente impactados.
O que acontece durante o defeso florestal?
O Plano de Manejo Florestal Sustentável é essencial para qualquer processo de exploração responsável da floresta. Durante o defeso, a fiscalização é intensificada para evitar práticas irregulares e lutar contra o desmatamento ilegal. A proteção não é apenas para as árvores, mas também para o habitat de inúmeras espécies da fauna e flora amazônicas que encontram aqui sua morada.
Como denunciar práticas ilegais?
Se você se deparar com infrações ao Defeso Florestal ou quiser se engajar na proteção da Amazônia, pode fazer sua parte. Denúncias podem ser encaminhadas facilmente pelo WhatsApp do IPAAM. O envolvimento comunitário é crucial para o sucesso de tais medidas, permitindo uma vigilância efetiva contra o desrespeito ao meio ambiente.
Com informações da Agência Brasil