Neste momento, a cidade de São Paulo vive uma situação de apreensão e tristeza. No bairro do Campo Limpo, na zona sul da cidade, o Corpo de Bombeiros intensifica suas buscas por Maria, uma mulher de 67 anos que desapareceu durante uma enchente na sexta-feira à noite. Com seu marido, Marcos da Mata Ribeiro, ela estava em um carro próximo ao Córrego do Morro do S quando ambos foram surpreendidos pela força das águas.
Infelizmente, o desfecho para Marcos, de 68 anos, foi trágico. Seu corpo foi encontrado no Rio Pinheiros, a mais de 8 quilômetros de onde o carro foi levado pela correnteza. Esta fatalidade acrescenta ao doloroso número de 11 mortes em todo o estado causadas pelas intensas chuvas desde dezembro.
Como este desastre afeta a mobilidade na cidade?
Além das tristes perdas humanas, as fortes chuvas também impactaram severamente as vias de São Paulo. A Rodovia Régis Bittencourt, um importante eixo de ligação entre a capital paulista e Curitiba, enfrenta interdições desde a madrugada de sexta-feira. A causa? Um deslizamento de terra e lama que invadiu a rodovia após terraplanagem recente de um terreno na região.
Atualmente, a faixa 2 da via, no sentido São Paulo, permanece interditada no quilômetro 286,9, resultando em 3 quilômetros de congestionamento, mesmo com os esforços contínuos da concessionária Arteris. Durante o pico, o congestionamento chegou a impressionantes 45 quilômetros de extensão. No entanto, o fluxo de veículos está sendo gradualmente normalizado.
Em paralelo, as autoridades mantêm olhos atentos às condições climáticas, esperando evitar novos desastres enquanto trabalham incansavelmente para retomar a normalidade.
Com informações da Agência Brasil