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BRASIL

DF: Polícia prende técnicos de enfermagem suspeitos de matar pacientes

Polícia Civil investiga morte de pacientes em hospital do DF: investigação aponta substância letalJá pensou em quem deveria cuidar de você estar, na verdade, por trás de um plano sombrio? Foi justamente essa reviravolta que chocou os moradores de Brasília

19/01/2026

19/01/2026

Polícia Civil investiga morte de pacientes em hospital do DF: investigação aponta substância letal

Já pensou em quem deveria cuidar de você estar, na verdade, por trás de um plano sombrio? Foi justamente essa reviravolta que chocou os moradores de Brasília, quando a Polícia Civil do Distrito Federal iniciou uma investigação sobre a morte de três pacientes em um hospital particular. Acusações revelam que ex-técnicos de enfermagem podem ter se envolvido na aplicação de uma substância fatal.

A operação intitulada Anúbis, uma referência à divindade egípcia que guia as almas, levou à prisão dois suspeitos. O grupo, composto por um homem e uma mulher, foi detido após a Polícia Civil realizar buscas na última quinta-feira, 15 de dezembro.

O que realmente aconteceu no Hospital Anchieta?

O mistério começou a ser desvendado quando a Polícia Civil revelou que, em 19 de novembro e 01 de dezembro de 2025, três mortes suspeitas ocorreram no Hospital Anchieta, em Taguatinga. Essas mortes só se tornaram públicas em 19 de dezembro, o que ajudou a esclarecer um pouco o que verdadeiramente estava acontecendo. Com o caso em segredo de Justiça, poucos detalhes surgiram, mas as suspeitas são tratadas como homicídios.

Quem são as vítimas?

Na manhã de 19 de dezembro, o delegado Wisllei Salomão compartilhou, em uma coletiva de imprensa, que as vítimas eram uma professora aposentada de 75 anos; um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos. "Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles", declarou o delegado.

Imagem da coletiva de imprensa

Qual foi a substância usada?

As investigações revelaram que os técnicos de enfermagem usaram indevidamente um medicamento comum em UTIs, mas que, quando injetado direto na veia, causa parada cardíaca e morte. Além disso, uma das vítimas foi injetada com desinfetante, uma história que beira o inacreditável.

Investigação e evidências coletadas

A Polícia Civil não poupou esforços: analisou imagens de segurança da UTI, prontuários médicos e entrevistou outros funcionários. A evidência principal mostra técnicos de enfermagem usando acessos médicos para obter e administrar ilegalmente as substâncias.

Imagem das câmeras de segurança

Como o Hospital Anchieta reagiu?

O Hospital Anchieta demitiu os três auxiliares após um comitê interno perceber "circunstâncias atípicas" na UTI. Garantiram que cooperaram plenamente com as autoridades, compartilhando todas as descobertas feitas. "O hospital também é uma vítima dessa ação e se solidariza com as famílias", diz a nota oficial.

Quem são os suspeitos?

O técnico de enfermagem, de 24 anos, seguia trabalhando em outra UTI, mesmo após sua demissão do Anchieta, e é também estudante de fisioterapia. As técnicas de enfermagem detidas têm 22 e 28 anos, e enquanto uma tinha experiência prévia, a outra ainda estava começando na carreira.

A investigação está longe de terminar. Eles permanecem sob custódia temporária, enquanto a polícia busca possíveis novas vítimas e motivações ocultas por trás dessas ações.



Com informações da Agência Brasil

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