Nesta manhã de sexta-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Barco de Papel, investigando suspeitas de operações financeiras ilegais envolvendo a Rioprevidência e o Banco Master. Talvez você se pergunte o que isso pode significar para o estado do Rio de Janeiro. Vamos pensar: seria possível que uma aplicação de R$ 970 milhões tenha sido feita de maneira irregular, afetando diretamente a gestão de aposentadorias e pensões dos servidores públicos?
Autorizado pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio, os mandados de busca e apreensão foram executados para aprofundar as investigações. Mas, afinal, como tudo isso começou e qual o impacto para as finanças públicas? Você está prestes a saber.
Como a investigação da operação Barco de Papel começou?
De acordo com a própria Polícia Federal, a investigação que originou a Operação Barco de Papel teve início em novembro de 2025. O foco está nas transações financeiras suspeitas realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024. A complexidade das movimentações financeiras chamou a atenção das autoridades, levantando questões sobre a integridade dos processos financeiros da Rioprevidência e as conexões com o Banco Master.
O que existe por trás do Banco Master?
Sob o comando do banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco Master encontra-se no epicentro das investigações por supostas práticas fraudulentas. A instituição é acusada de inflar o balanço financeiro de forma artificial. Dados preliminares das investigações indicam um desvio de cerca de R$ 11,5 bilhões, algo que não só chamou a atenção da Polícia Federal, como também resultou na liquidação do banco pelo Banco Central. "O Master foi liquidado pelo BC e as investigações estão em andamento."
Será que novas revelações virão à tona e como tudo isso pode impactar os servidores públicos dependentes da Rioprevidência? Acompanhe as atualizações para não perder os próximos capítulos desse desdobramento financeiro.
Com informações da Agência Brasil