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BRASIL

Macaé diz que carta de princípios dos direitos humanos foi "rifada"

Na última segunda-feira, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, fez uma declaração impactante sobre a "Carta de Princípios dos Direitos Humanos". Em sua fala, expressou preocupação ao afirmar que essa carta, um marco fundamental n

27/01/2026

27/01/2026

Na última segunda-feira, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, fez uma declaração impactante sobre a "Carta de Princípios dos Direitos Humanos". Em sua fala, expressou preocupação ao afirmar que essa carta, um marco fundamental na defesa dos direitos humanos globais, estaria sendo desconsiderada por grupos que possuem o poder em certas nações. Evaristo destacou como conceitos essenciais como a democracia vêm sendo deturpados para beneficiar os mais poderosos, um contexto que merece sua atenção.

A declaração foi feita na "Casa do Povo", em São Paulo, um espaço com forte simbolismo histórico. Construído pela comunidade judaica após a Segunda Guerra Mundial, o local homenageia as vítimas do nazismo e também carrega a marca da resistência contra a opressão da ditadura militar brasileira.

O que significa "rifar" a Carta dos Direitos Humanos?

Macaé Evaristo usou uma expressão popular para descrever a situação dos direitos humanos no cenário global. Evidentemente, ela não quis dizer que a carta foi literalmente vendida, mas sim que suas diretrizes estão sendo ignoradas por alguns líderes mundiais. Para a ministra, isso representa uma clara violação aos acordos que deveriam proteger a soberania e a autodeterminação dos povos. O que você acha das implicações disso na nossa sociedade?

Por que a comunidade judaica é um local de resistência simbólico?

Durante sua visita, a ministra percorreu bairros emblemáticos como o Bom Retiro. Este bairro tem uma rica história de resistência, não só contra o nazismo, mas também em oposição ao autoritarismo interno do Brasil. Visitar locais como o Memorial do Holocausto e a instituição Ten Yad reforça o diálogo sobre memória e resistência, conectando eventos do passado com desafios contemporâneos.

Quais são as violações enfrentadas hoje na região?

O diretor da Casa do Povo, Benjamin Seroussi, comentou sobre as diversas violações atuais que afetam esse território. De despejos em favelas como a do Moinho ao ataque a populações vulneráveis, muitos dos desafios enfrentados no passado continuam a ser realidades presentes. Segundo ele, discutir antissemitismo e outras formas de opressão ainda é crucial para entender e superar as injustiças atuais.



Com informações da Agência Brasil

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