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BRASIL

Adolescentes suspeitos de matar o cão Orelha voltam ao Brasil

Há uma sensação de revolta e impunidade no ar. Você ouviu sobre o triste caso do cachorro comunitário Orelha? Se ainda não, prepare-se, porque os detalhes são impactantes. Na noite de quinta-feira (30), dois dos quatro adolescentes envolvidos no espancame

30/01/2026

30/01/2026

Há uma sensação de revolta e impunidade no ar. Você ouviu sobre o triste caso do cachorro comunitário Orelha? Se ainda não, prepare-se, porque os detalhes são impactantes. Na noite de quinta-feira (30), dois dos quatro adolescentes envolvidos no espancamento do cachorro voltaram dos Estados Unidos após uma viagem à Disney. Parece brincadeira, mas a Polícia Civil de Santa Catarina já estava à espera deles no aeroporto. E não foi apenas uma recepção calorosa, foi uma operação de busca e apreensão de celulares, pois eles são investigados pelo cruel crime de maus-tratos a animais.

A investigação não para por aí. Você sabia que os rapazes foram intimados a prestar depoimento às autoridades? Sim, é verdade. Os celulares deles foram encaminhados para a Polícia Científica para serem cuidadosamente analisados e todos os dados extraídos. E essa não foi a primeira operação. Outros dispositivos eletrônicos dos jovens já haviam sido apreendidos anteriormente. A situação só se agrava e o laudo do corpo de delito do cachorro Orelha também foi solicitado pela polícia.

O que aconteceu com o cachorro Orelha?

O caso do cachorro comunitário Orelha abalou a todos. No dia 4 de janeiro, Orelha, um cachorro comunitário de aproximadamente 10 anos, foi brutalmente atacado por quatro adolescentes na Praia Brava, em Santa Catarina. Os ferimentos eram tão graves que, no dia seguinte, o veterinário não teve outra escolha senão praticar a eutanásia. Esse ato bárbaro chocou o país e levantou uma discussão crucial sobre a violência contra os animais.

Como as autoridades estão lidando com o caso?

O desenrolar dessa história não envolve apenas os adolescentes. Segundo a polícia, pais de dois deles e um tio tentaram coagir testemunhas, obstruindo o curso das investigações. Consequentemente, esses adultos também enfrentaram indiciamentos. Enquanto investigam os fatos, policiais pressionam por respostas e buscam justiça, mantendo as investigações em andamento.

A brutalidade é uma exceção ou regra?

Infelizmente, este não é um caso isolado. Em outra situação de violência animal, o cachorro comunitário Abacate foi morto com um tiro em Toledo, no Paraná, na terça-feira (27). Essa notícia foi outro golpe para quem defende avidamente os direitos dos animais. Você se pergunta quem teria a frieza de cometer tal atrocidade. Pois bem, a polícia também se pergunta e investiga arduamente o autor deste disparo.

Caso deseje saber mais detalhes, confira o link para uma reportagem completa da Agência Brasil.



Com informações da Agência Brasil

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