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BRASIL

Morre paciente do Icesp após transferência por causa de incêndio

Imagine a seguinte situação: um incêndio inesperado gera uma sequência de eventos críticos em um dos maiores complexos hospitalares de São Paulo. Foi o que aconteceu no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) quando, na sexta-feira, um incêndio

31/01/2026

31/01/2026

Imagine a seguinte situação: um incêndio inesperado gera uma sequência de eventos críticos em um dos maiores complexos hospitalares de São Paulo. Foi o que aconteceu no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) quando, na sexta-feira, um incêndio atingiu um gerador, obrigando a transferência de pacientes da UTI para outros hospitais da região. Em meio ao caos, um paciente em estado gravíssimo infelizmente não resistiu, tornando a tragédia ainda mais dolorosa para todos os envolvidos.

O episódio levou o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) a revisar seus protocolos de segurança e assistência. A instituição, um nome de peso na área médica, viu-se diante do desafio de desocupar rapidamente áreas afetadas pela fumaça. Ao todo, cinco pacientes foram levados para o Instituto do Coração (InCor) e outros três para o Instituto Central (ICHC).

Por que a transferência de pacientes se tornou urgente?

O incêndio causou danos no sistema elétrico do Icesp, provocando uma queda no fornecimento de energia. Diante desse cenário, o protocolo de emergência foi acionado para garantir a segurança de pacientes em estado crítico que dependiam de ventilação mecânica. Uma operação delicada e crucial foi conduzida com agilidade pela equipe médica, que, tragicamente, não pôde salvar um dos pacientes, apesar dos esforços para estabilizá-lo em meio à transferência.

Como o hospital está respondendo a este incidente?

Após controlar a situação inicial e com todos os pacientes já realocados, o HCFMUSP empenhou-se em uma rigorosa investigação interna. A prioridade agora é reforçar todos os protocolos de segurança e assistência, com o objetivo de evitar quaisquer riscos futuros para pacientes, acompanhantes e profissionais. Esse é um compromisso que o hospital assumiu, reconhecendo a importância de um ambiente seguro e bem preparado para lidar com emergências.

Quem mais foi afetado pelo incêndio?

A preocupação não se limitou apenas aos pacientes durante o incidente. A equipe que trabalhou diretamente no atendimento e combate inicial ao incêndio também foi avaliada quanto à possível inalação de fumaça. Felizmente, das dez pessoas atendidas, apenas sete ficaram em observação sob precaução e já receberam alta médica.

O que a Enel tem a dizer sobre o corte de eletricidade?

A Enel, responsável pelo fornecimento de energia na região, comunicou que a interrupção no serviço foi resultado de um trabalho de emergência para sanar os danos causados pelo incêndio. A empresa esteve presente durante a recuperação e já restabeleceu o abastecimento elétrico do Icesp. A Enel reforçou que a ocorrência foi em um gerador do hospital e não em sua infraestrutura elétrica.

Neste sábado seguinte ao incidente, as operações no Icesp voltaram ao normal, enquanto equipes se ajustam para garantir que protocolos de segurança estejam mais robustos do que nunca.



Com informações da Agência Brasil

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