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BRASIL

UFRGS adota manual com orientações para comunicação antirracista

Você sabia que a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) está dando um passo importante para a equidade racial? Recentemente, a instituição anunciou que vai seguir as diretrizes do Manual de Boas Práticas Antirracistas na Comunicação Digital, um

03/02/2026

03/02/2026

Você sabia que a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) está dando um passo importante para a equidade racial? Recentemente, a instituição anunciou que vai seguir as diretrizes do Manual de Boas Práticas Antirracistas na Comunicação Digital, um projeto colaborativo da Rede Jornalistas Pretos com o Instituto Peregum, voltado para a melhoria das práticas comunicativas.

Esse manual é um marco na luta contra estereótipos e desinformação. A ideia é fortalecer a voz da população negra nos meios de comunicação da universidade. Com isso, a UFRGS busca um papel mais ativo na inclusão e representação justa nos ambientes acadêmicos. Continue lendo para entender as estratégias que a universidade está adotando.

Por que a responsabilidade nas imagens é crucial?

O manual orienta que as imagens utilizadas evitem a promoção de visões eurocentradas. Isso significa que há uma busca por diversificar os bancos de imagens, trazendo representações que refletem mais a diversidade real da sociedade brasileira. Afinal, as imagens têm um poder imenso em como percebemos o mundo. Ao fazer isso, você contribui para uma comunicação mais inclusiva e representativa.

Como a UFRGS está garantindo o protagonismo negro?

Entre as ações, a universidade está apostando na consulta a coletivos e especialistas negros para qualificar as abordagens comunicativas. Ao dar protagonismo a essas vozes, a UFRGS mostra seu compromisso em respeitar a autoidentificação racial e demais aspectos étnicos e de gênero, fazendo valer a máxima de "nada sobre nós, sem nós".

Quais outros princípios orientam essa mudança?

  • Respeito à autoidentificação racial e de gênero, assegurando que os indivíduos sejam representados de forma que eles mesmos se reconhecem;
  • Consultas a coletivos e acadêmicos para enriquecer a abordagem das pautas;
  • Adoção de um banco de fontes sugeridas que inclua especialistas de diversas origens raciais e étnicas, ampliando a diversidade de opiniões.

Qual o impacto na formação acadêmica?

A adesão da UFRGS a essas diretrizes foi fortalecida pelo envolvimento direto de estudantes e jornalistas negros do Rio Grande do Sul, em parceria com o Sindicato de Jornalistas Profissionais (SindJoRS) e a Associação Rio-Grandense de Imprensa (ARI). Isso não só enriquece a formação dos alunos, como também cria um ambiente acadêmico mais acolhedor e representativo.

>> Confira o manual completo de boas práticas antirracistas



Com informações da Agência Brasil

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