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BRASIL

Maranhão: buscas por crianças em Bacabal completam 30 dias sem avanços

O mistério do desaparecimento das crianças Ágatha Isabelly e Allan Michael, de 6 e 4 anos, respectivamente, continua sem resolução após um mês do incidente, ocorrido em Bacabal, no Maranhão. As autoridades ainda não apontaram suspeitos ou evidências de cr

03/02/2026

03/02/2026

O mistério do desaparecimento das crianças Ágatha Isabelly e Allan Michael, de 6 e 4 anos, respectivamente, continua sem resolução após um mês do incidente, ocorrido em Bacabal, no Maranhão. As autoridades ainda não apontaram suspeitos ou evidências de crime envolvendo os irmãos.

Essas crianças foram vistas pela última vez no dia 4 de janeiro, no quilombo São Sebastião dos Pretos, enquanto brincavam em uma área de mata com o primo Anderson Kauan, de 8 anos. Kauan foi posteriormente encontrado por carroceiros em uma estrada no povoado Santa Rosa, próximo ao local de onde havia saído.

Como o primo Kauan ajudou nas buscas?

Depois de ficar internado por 14 dias, Kauan recebeu alta do hospital geral do município e conduziu os policiais até uma cabana abandonada, às margens do Rio Mearim, onde alegou ter deixado os primos enquanto tentava buscar ajuda.

O que sabemos sobre as investigações?

As buscas concentram-se principalmente na mata e na outra margem do Rio Mearim, onde cães farejadores detectaram o cheiro das crianças. Até o momento, não há novos indícios sobre o paradeiro dos irmãos.

A Polícia Civil do Maranhão intensificou a investigação, e o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, informou que detalhes não são divulgados para não comprometer o processo investigativo. Ele também desmentiu rumores sobre as crianças terem sido vistas em São Paulo.

Quais são os desafios nas áreas de busca?

Desde o desaparecimento, uma área de busca de aproximadamente 54 km², composta por vegetação densa e terreno irregular, com trilhas limitadas, açudes, Rio Mearim e lagos, está sendo vasculhada. Militares da Marinha utilizam sonares para mapear o leito do rio e identificar possíveis pistas. O uso de sonar ajuda a criar imagens de áreas submersas, mesmo em regiões de baixa visibilidade.



Com informações da Agência Brasil

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