Em um esforço para transformar promessas em realidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, na última quinta-feira (5), o verdadeiro intuito por trás do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. Você sabe qual é? É justamente garantir que, finalmente, as leis já existentes nesse campo ganhem vida e eficácia. Tudo começou na quarta-feira, quando a assinatura foi formalizada entre os líderes dos Três Poderes. A ideia é, mais do que nunca, tirar a legislação do papel e atuar.
Lula não poupou palavras ao lembrar de uma frase famosa no Brasil: “Tem lei que pega e lei que não pega”. Segundo ele, mesmo após a implementação da Lei Maria da Penha, os números da violência contra a mulher seguiram subindo. Então, agora, os Três Poderes se uniram para virar o jogo. Em uma entrevista sincera ao Portal UOL, ele sublinhou essa responsabilidade conjunta.
O que muda com a nova comissão especial?
Para que tudo realmente funcione, foi criada uma comissão envolvendo representantes de cada Poder. O objetivo? Trazer à mesa propostas eficazes para finalmente tirar as boas intenções do papel e transformar as leis em práticas efetivas. Lula destacou a importância de algo tão simples quanto crucial: a operação das delegacias da mulher nos finais de semana. "É essencial que funcionem de sexta a domingo", enfatizou.
Como aumentar a conscientização?
Os números não mentem: o Brasil atingiu seu recorde de feminicídios em 2025, com 1.518 tragédias registradas. Para quebrar essa barreira, Lula acredita na necessidade de mais coragem para denunciar. “Queremos de fato envolver todo o povo brasileiro”, comentou, sugerindo que a responsabilidade também é dos homens.
Nas palavras do próprio presidente: “Eu disse para os dirigentes sindicais: na porta de fábrica, quando vocês pedirem aumento de salário, abordem essa questão. E aos líderes religiosos, falem sobre isso nas igrejas e cultos. É uma questão de consciência, não apenas de legislação”.
Quando a educação entra no jogo?
A transformação começa na infância. Lula reforçou que o tema deve ser trabalhado desde as creches. “Um menino deve aprender que a menina é igual a ele e não inferior. Este assunto precisa integrar o currículo escolar, da creche à universidade”, defendeu.
O Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio é um compromisso permanente entre os Três Poderes, com a intenção de prevenir a violência contra garotas e mulheres. Este acordo reconhece que a situação é uma grande crise estrutural que, para ser superada, precisa de ações integradas.
Fique atento, porque o movimento "Todos Juntos por Todas" está prestes a ganhar as ruas, convidando cada um a ser parte da solução. É um chamado urgente para agir e transformar realidades.
Com informações da Agência Brasil